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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorSilva, Caroline Bessa da-
dc.contributor.authorAquino, Priscila de Souza-
dc.contributor.authorPinheiro, Ana Karina Bezerra-
dc.contributor.authorPontes, Ana Thereza Carvalho-
dc.date.accessioned2026-06-05T14:26:24Z-
dc.date.available2026-06-05T14:26:24Z-
dc.date.issued2026-
dc.identifier.citationSILVA, Caroline Bessa da Silva... [et al.]. Protocolo clínico para o rastreamento do câncer do útero no Sistema Prisional. Fortaleza: UFC/FOE, 71 p. 2026. E-book. ISBN 978-65-02-05470-3. Disponível em: http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/86618. Acesso em: 05 jun. 2026.pt_BR
dc.identifier.isbn978-65-02-05470-3-
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufc.br/handle/riufc/86618-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Cearápt_BR
dc.publisherFaculdade de Farmácia, Odontologia e Enfermagempt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleProtocolo clínico para o rastreamento do câncer do colo do útero no Sistema Prisionalpt_BR
dc.typeLivropt_BR
dc.description.abstract-ptbrO Protocolo Clínico Diretriz Terapêutica (PCDT) para rastreamento do câncer cérvico-uterino busca estabelecer diretrizes para prevenção, rastreamento e manejo do câncer do colo do útero em mulheres em situação de privação de liberdade, garantindo acesso equitativo aos serviços de saúde, além disso sendo transversal a promoção da saúde e sensíveis às particularidades de vida deste público. O PCDT provém da parceria entre a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (SAP) do estado do Ceará e a Universidade Federal do Ceará (UFC), e busca elucidar a escassez de documentos que orientem o manejo do rastreamento do câncer cervical com base no reconhecimento da População Privada de Liberdade (PPL) como vulnerável. Além de discutir outras problemáticas existentes nos presídios referente a saúde sexual e reprodutiva. Nisso, o protocolo reúne estratégias de cuidado tendo como público-alvo a mulheres privadas de liberdade, e os usuários-alvo os profissionais de saúde que 11 compõem as Equipes de Atenção Básica Prisional (eAPP) e gestão penitenciária, compreendendo que o fazer saúde no sistema prisional exige atuação intersetorial da saúde, segurança e coordenação. Destaca-se a relevância deste protocolo, tendo em vista que as mulheres que estão em prisões fazem parte das populações vulneráveis e devem receber todo o aparato para efetiva prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer de colo do útero Sendo assim, neste material estão estratégias de cuidado voltadas para a PPL e para os profissionais de saúde das Equipes de Atenção Básica Prisional (eAPP), bem como a gestão penitenciária, considerando a necessidade de articulação intersetorial entre saúde, segurança e administração.pt_BR
dc.subject.ptbrColo do Úteropt_BR
dc.subject.ptbrNeoplasias do Colo do Úteropt_BR
dc.subject.ptbrPrisõespt_BR
dc.subject.enCervix Uteript_BR
dc.subject.enUterine Cervical Neoplasmspt_BR
dc.subject.enPrisonspt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::ENFERMAGEMpt_BR
local.author.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-9921-3839pt_BR
local.author.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-4976-9817pt_BR
local.author.orcidhttps://orcid.org/0009-0001-5927-8061pt_BR
local.author.latteshttp://lattes.cnpq.br/2350302973888408pt_BR
local.author.latteshttp://lattes.cnpq.br/8256971788526712pt_BR
local.author.latteshttp://lattes.cnpq.br/6862658087106562pt_BR
local.author.latteshttp://lattes.cnpq.br/0692999213419509pt_BR
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