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Tipo: TCC
Título : Caracterização de Práticas de AppSec e da Adoção de Ferramentas Automatizadas de Segurança: Um Questionário Abrangente com Desenvolvedores Brasileiros
Autor : Bastos, Carlos Adriel Sousa
Tutor: Uchôa, Anderson Gonçalves
Co-asesor: Bezerra, Carla Ilane Moreira
Palabras clave en portugués brasileño: AppSec;Segurança de software;Ferramentas automatizadas;Desenvolvedores
Palabras clave en inglés: AppSec;Software security;Automated tools;Developers
Áreas de Conocimiento - CNPq: CNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::CIENCIA DA COMPUTACAO::METODOLOGIA E TECNICAS DA COMPUTACAO
Fecha de publicación : 2026
Citación : BASTOS, Carlos Adriel Sousa. Caracterização de Práticas de AppSec e da Adoção de Ferramentas Automatizadas de Segurança: Um Questionário Abrangente com Desenvolvedores Brasileiros. 2026. 160 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Segurança da Informação) – Campus de Itapajé, Universidade Federal do Ceará, Itapajé, 2026.
Resumen en portugués brasileño: A adoção de práticas de segurança em aplicações (Application Security – AppSec) é fundamental para proteger sistemas contra vulnerabilidades e ameaças cibernéticas. Entretanto, a efetividade dessas práticas depende fortemente de sua adoção consistente e da percepção dos desenvolvedores em relação à sua facilidade de uso, efetividade, essencialidade e aplicabilidade no contexto do desenvolvimento de software. Este estudo visa caracterizar um conjunto de práticas de AppSec quanto à frequência de uso, facilidade de aplicação, efetividade percebida e essencialidade percebida no desenvolvimento de software. Além disso, busca-se analisar como as ferramentas automatizadas de segurança vêm sendo incorporadas ao processo de desenvolvimento e quais desafios os desenvolvedores brasileiros enfrentam em sua adoção. Para atingir esses objetivos, foi inicialmente conduzido um levantamento sistemático de trabalhos relacionados na literatura científica, a partir do qual foi identificado e catalogado um conjunto inicial de práticas de segurança de software. Esse conjunto passou por um processo iterativo de filtragem, refinamento e agrupamento, conduzido por especialistas em Engenharia de Software e Segurança de Software, com o objetivo de eliminar redundâncias, harmonizar terminologias e garantir relevância prática e conceitual. Como resultado, foi definido um conjunto final de 16 práticas de AppSec. Em seguida, foi elaborado e aplicado um questionário direcionado a desenvolvedores de software no Brasil, totalizando 83 participantes válidos. O questionário abordou a experiência dos participantes com segurança de software, a adoção e percepção de práticas de AppSec e o uso de ferramentas automatizadas. Os dados revelam um cenário heterogêneo de adoção, com variações significativas entre práticas quanto à frequência, facilidade, efetividade e essencialidade percebidas. Práticas como revisão de código e uso de ferramentas estáticas são amplamente utilizadas, enquanto outras, como modelagem de ameaças e testes de penetração, apresentam menor aplicabilidade. Além disso, ferramentas automatizadas são vistas como valiosas, mas desenvolvedores enfrentam desafios como curva de aprendizado, falsos positivos e integração ao fluxo de trabalho. Os achados contribuem para o entendimento sobre o uso real de práticas e ferramentas de segurança no desenvolvimento de software no Brasil. Espera-se que os resultados subsidiem ações educacionais e estratégias organizacionais para fortalecer a cultura de segurança entre desenvolvedores e promover a adoção eficaz de práticas de AppSec.
Abstract: The adoption of Application Security (AppSec) practices is essential to protect software systems against vulnerabilities and cyber threats. However, the effectiveness of these practices strongly depends on their consistent adoption and on developers’ perceptions regarding their ease of use, perceived effectiveness, essentiality, and applicability within the software development context. This study aims to characterize a set of AppSec practices in terms of frequency of use, ease of application, perceived effectiveness, and perceived essentiality in software development. In addition, it seeks to analyze how automated security tools are being incorporated into the development process and to identify the main challenges faced by Brazilian developers in their adoption. To achieve these objectives, we first conducted a survey of related work in the scientific literature, from which an initial and comprehensive set of software security practices was identified and cataloged. This initial set then underwent an iterative process of filtering, refinement, and grouping, carried out by experts in Software Engineering and Software Security, intending to reduce redundancy, harmonize terminology, and ensure both conceptual and practical relevance. As a result, a final set of 16 AppSec practices was defined. Subsequently, a questionnaire was designed and administered to software developers working in Brazil, yielding a total of 83 valid participants. The questionnaire collected information about participants’ profiles, their experience with software security, their adoption and perceptions of AppSec practices, and their use of automated security tools. The results reveal a heterogeneous landscape of AppSec practice adoption, with significant variations across practices in terms of frequency of use, ease of application, perceived effectiveness, and perceived essentiality. Practices such as code review and the use of static analysis tools show widespread adoption, whereas others, such as threat modeling and penetration testing, exhibit lower applicability. Moreover, although automated security tools are widely perceived as valuable, developers report recurring challenges related to learning curves, false positives, and integration into existing development workflows. The findings contribute to a deeper understanding of the actual use of security practices and tools in software development within the Brazilian context. The results are expected to inform educational initiatives and organizational strategies aimed at strengthening developers’ security culture and promoting a more consistent and effective adoption of AppSec practices.
URI : http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/86134
ORCID del autor: https://orcid.org/0009-0001-8575-5044
Lattes del autor: https://lattes.cnpq.br/1863781724674163
ORCID del tutor: https://orcid.org/0000-0002-6847-5569
Lattes del tutor: http://lattes.cnpq.br/3740664626762609
ORCID del co-asesor: https://orcid.org/0000-0002-5879-5067
Lattes del co-asesor: http://lattes.cnpq.br/4277471687235814
Derechos de acceso: Acesso Aberto
Aparece en las colecciones: SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO - ITAPAJÉ - TCC

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