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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisorBarbosa, Lorena Pinheiro-
dc.contributor.authorArruda, Maria Dhescyca Ingrid Silva-
dc.date.accessioned2026-04-01T12:21:55Z-
dc.date.available2026-04-01T12:21:55Z-
dc.date.issued2026-
dc.identifier.citationARRUDA, Maria Dhescyca Ingrid Silva. Fatores associados com a amamentação na hora de ouro em uma maternidade pública: estudo transversal analítico. 2026. Dissertação (Mestrado em Enfermagem) - Faculdade de Farmácia, Odontologia e Enfermagem, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2026. Disponível em: http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/85641. Acesso em: 01 abr. 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufc.br/handle/riufc/85641-
dc.description.abstractBreastfeeding within the first hour of life is recognized as one of the most effective interventions for reducing neonatal morbidity and mortality, being associated with immunological protection, strengthening of the mother–infant bond, and longer duration of exclusive breastfeeding. Despite national and international recommendations regarding the “golden hour,” its occurrence remains influenced by clinical, obstetric, neonatal, and healthcare-related factors. This study aimed to analyze the factors associated with breastfeeding within the first hour of life in a public maternity hospital in Ceará, Brazil. This was a cross-sectional study with a quantitative approach, conducted with 604 postpartum women hospitalized in Rooming-in Units. Data collection took place in the wards through individual interviews using a structured form that addressed sociodemographic, obstetric, neonatal, and healthcare-related variables. Statistical analysis included descriptive and inferential measures, with calculation of prevalence ratios (PR) and their respective 95% confidence intervals (95% CI), adopting a significance level of 5%. The study was approved by a Research Ethics Committee. The prevalence of breastfeeding within the first hour of life was 58.44%. No statistically significant associations were identified with sociodemographic variables. Among obstetric characteristics, vaginal delivery was significantly associated with a higher occurrence of the outcome (PR = 1.65; 95% CI: 1.44–1.89). Maternal clinical conditions such as gestational diabetes mellitus (PR = 0.81; 95% CI: 0.67–0.97), gestational hypertension (PR = 0.82; 95% CI: 0.69–0.97), and preeclampsia (PR = 0.61; 95% CI: 0.44–0.82) showed a negative association with breastfeeding in the first hour of life. Regarding neonatal aspects, newborns with an Apgar score ≥7 at the first minute (PR = 1.41; 95% CI: 1.04–1.99) and those born at term (PR = 1.27; 95% CI: 1.01–1.60) showed a positive association with early breastfeeding. A higher prevalence of the outcome was also observed among postpartum women who received guidance on the importance of breastfeeding within the first hour of life (PR = 1.37; 95% CI: 1.19–1.57), guidance on exclusive breastfeeding until six months (PR = 1.19; 95% CI: 1.03–1.38), received support during prenatal care (PR = 1.33; 95% CI: 1.15–1.55), and reported a desire to breastfeed after receiving prenatal support (PR = 1.27; 95% CI: 1.10–1.47). It is concluded that breastfeeding within the first hour of life is a multifactorial phenomenon determined by the interaction between maternal clinical conditions, neonatal characteristics, and institutional practices in mother–infant care. These findings highlight the need to strengthen and qualify healthcare provided to women throughout the pregnancy–puerperal cycle in order to promote early initiation of breastfeeding and reinforce exclusive breastfeeding.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsAcesso Embargadopt_BR
dc.titleFatores associados com a amamentação na hora de ouro em uma maternidade pública: estudo transversal analíticopt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.description.abstract-ptbrO aleitamento materno na primeira hora de vida é reconhecido como uma das intervenções mais eficazes para a redução da morbimortalidade neonatal, estando associado à proteção imunológica, ao fortalecimento do vínculo materno-infantil e à maior duração do aleitamento materno exclusivo. Apesar das recomendações nacionais e internacionais sobre a “hora de ouro”, sua ocorrência permanece influenciada por fatores clínicos, obstétricos, neonatais e assistenciais. O presente estudo teve como objetivo avaliar os fatores associados ao aleitamento materno na primeira hora de vida em uma maternidade pública do Ceará. Trata-se de estudo transversal, de abordagem quantitativa, realizado com 604 puérperas internadas em Unidades de Alojamento Conjunto. A coleta de dados ocorreu nas enfermarias, por meio de entrevista individual, a partir de um formulário que abordava variáveis sociodemográficas, obstétricas, neonatais e assistenciais. A análise estatística incluiu medidas descritivas e inferenciais, com cálculo de razões de prevalência (RP) e respectivos intervalos de confiança de 95% (IC95%), adotando-se nível de significância de 5%. O estudo foi aprovado por Comitê de Ética em Pesquisa. A prevalência de aleitamento materno na primeira hora de vida foi de 58,44%. Não foram identificadas associações estatisticamente significativas com variáveis sociodemográficas. Entre as características obstétricas, o parto vaginal apresentou associação significativa com maior ocorrência do desfecho (RP=1,65; IC95%: 1,44–1,89). Condições clínicas maternas, como diabetes mellitus gestacional (RP=0,81; IC95%: 0,67–0,97), hipertensão gestacional (RP=0,82; IC95%: 0,69–0,97) e pré-eclâmpsia (RP=0,61; IC95%: 0,44–0,82), mostraram associação negativa com a amamentação na primeira hora. No que se refere aos aspectos neonatais, recém-nascidos com Apgar ≥7 no primeiro minuto (RP=1,41; IC95%: 1,04–1,99) e nascidos a termo (RP=1,27; IC95%: 1,01–1,60) apresentaram associação positiva com a realização da mamada precoce. Observou-se ainda maior prevalência do desfecho entre puérperas que receberam orientação sobre a importância de amamentar na primeira hora de vida (RP=1,37; IC95%: 1,19–1,57), orientação sobre aleitamento materno exclusivo até o sexto mês (RP=1,19; IC95%: 1,03–1,38), receberam apoio durante o pré-natal (RP=1,33; IC95%: 1,15–1,55) e referiram desejo de amamentar após apoio recebido no pré-natal (RP=1,27; IC95%: 1,10–1,47). Conclui-se que o aleitamento materno na primeira hora de vida constitui fenômeno multifatorial, determinado pela interação entre condições clínicas maternas, características neonatais e práticas institucionais de cuidado ao binômio mãe-bebê, sendo fundamental a qualificação da assistência à mulher durante o ciclo gravídico-puerperal, com vistas à promoção do início precoce da amamentação e ao fortalecimento do aleitamento materno exclusivo.pt_BR
dc.subject.ptbrAleitamento Maternopt_BR
dc.subject.ptbrPeríodo Pós-Partopt_BR
dc.subject.ptbrRecém-Nascidopt_BR
dc.subject.ptbrAssistência Perinatalpt_BR
dc.subject.enBreastfeedingpt_BR
dc.subject.enPostpartum Periodpt_BR
dc.subject.enNewbornpt_BR
dc.subject.enPerinatal Carept_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::ENFERMAGEMpt_BR
local.author.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-9073-7844pt_BR
local.author.latteshttp://lattes.cnpq.br/7335091958744582pt_BR
local.advisor.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-8006-7517pt_BR
local.advisor.latteshttp://lattes.cnpq.br/9938124070299038pt_BR
local.date.available2028-03-26-
Aparece en las colecciones: DENF - Dissertações defendidas na UFC

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