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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisorSantos, Walberto Silva dos-
dc.contributor.authorNascimento Júnior, Francisco Edimar do-
dc.date.accessioned2026-02-26T14:54:26Z-
dc.date.available2026-02-26T14:54:26Z-
dc.date.issued2026-
dc.identifier.citationNASCIMENTO JÚNIOR, Francisco Edimar do. Masculinidade hegemônica, maus-tratos na infância e adoecimento mental na vida adulta. 2026. 118 f. Dissertação (Mestrado em Psicologia) - Programa de Pós-Graduação em Psicologia, Centro de Humanidades, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufc.br/handle/riufc/84968-
dc.description.abstractIn Western culture, masculinity is often associated with the virile, strong, courageous, and aggressive man, leading to the idea that violence is an essential element for the development and maintenance of masculinity. This results in the naturalization of violence, which manifests itself in relationships between men, against women, and against children. Given this, this research aims to analyze the relationship between hegemonic masculinity and the experience of childhood maltreatment and mental illness in adulthood. Specifically, it seeks to (1) map the occurrence of childhood maltreatment in the sample studied, (2) assess the level of agreement with the conception of hegemonic masculinity among respondents, and (3) assess the levels of anxiety, depression, and stress in the sample. To achieve these objectives, a non-probabilistic (convenience) sample of 720 people was used, aged between 18 and 67 years (M=28.68; SD=10.73), predominantly women (58.3%), white (52.5%), heterosexual (57.9%), and single (51.7%). Participants answered an online questionnaire, disseminated through social networks, containing the following self-report instruments: Conceptions of Masculinity Scale (ECM), Depression, Anxiety and Stress Scale (DASS-21), Childhood Trauma Questionnaire – Brief Version, and a sociodemographic questionnaire. The research was conducted subject to approval by the Ethics Committee of the Federal University of Ceará – UFC (CAAE: 88642725.3.0000.5045), complying with the necessary ethical criteria. The data were analysed using the Statistical Package for the Social Sciences (SPSS; version 20). Descriptive statistics, t-tests for independent samples, one-way ANOVA, two-way ANOVA, ANCOVA, and Pearson correlations were performed. Hegemonic masculinity did not correlate with child maltreatment, nor with levels of anxiety, depression, and stress. A high incidence of child maltreatment was observed, as well as indications that polyvictimization is associated with higher levels of anxiety, depression, and stress. Regarding the endorsement of hegemonic masculinity, gender, sexual orientation, and religion were found to be related to this variable, while education and income showed no association. Regarding mental illness, women presented higher levels of anxiety and stress compared to men, with no significant differences in relation to depression. Although this study has limitations, it is considered that its objectives were achieved and that the results obtained can contribute significantly to the understanding of the relationship between hegemonic masculinity, child maltreatment, and psychological distress.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleMasculinidade hegemônica, maus-tratos na infância e adoecimento mental na vida adultapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.description.abstract-ptbrNa cultura ocidental, frequentemente, a masculinidade é associada ao homem viril, forte, corajoso e agressivo, levando à ideia de que a violência é um elemento essencial para o desenvolvimento e a manutenção da masculinidade. Isso resulta na naturalização da violência, que se manifesta nas relações entre homens, contra mulheres e crianças. Diante disso, esta pesquisa objetiva analisar a relação da masculinidade hegemônica com a vivência de maus-tratos na infância e o adoecimento mental na vida adulta. Especificamente, busca-se (1) mapear a ocorrência de maus-tratos na infância na amostra pesquisada, (2) avaliar o nível de concordância com a concepção de masculinidade hegemônica dos respondentes, (3) avaliar os níveis de ansiedade, depressão e estresse na amostra. Para alcançar esses objetivos, contou-se com uma amostra não probabilística (por conveniência), composta por 720 pessoas, com idades entre 18 e 67 anos (M=28,68; DP=10,73), predominantemente mulheres (58,3%), brancas (52,5%), heterossexuais (57,9%), e solteiras (51,7%). Os participantes responderam a um questionário online, divulgado através das redes sociais, contendo os seguintes instrumentos de autorrelato: Escala de Concepções da Masculinidade (ECM), Escala de Depressão, Ansiedade e Estresse (DASS-21), Questionário de Trauma Infantil – Versão Breve (CTQ-SF) e Questionário sociodemográfico. A realização da pesquisa foi condicionada à aprovação no Comitê de Ética da Universidade Federal do Ceará – UFC (CAAE: 88642725.3.0000.5045), obedecendo aos critérios éticos necessários. Os dados foram analisados por meio do Statistical Package for the Social Sciences (SPSS; versão 20). Foram realizadas estatísticas descritivas, teste-t para amostras independentes, ANOVA de uma via, ANOVA de duas vias, ANCOVA e correlações de Pearson. A masculinidade hegemônica não apresentou correlação com os maus-tratos infantis, tampouco com os níveis de ansiedade, depressão e estresse. Observou-se uma elevada incidência de maus-tratos infantis, bem como indicativos de que a polivitimização se associa a maiores níveis de ansiedade, depressão e estresse. No que se refere ao endosso à masculinidade hegemônica, verificou-se que gênero, orientação sexual e religião se relacionam com essa variável, enquanto escolaridade e renda não apresentaram associação. Quanto ao adoecimento mental, constatou-se que as mulheres apresentam níveis mais elevados de ansiedade e estresse em comparação aos homens, não havendo diferenças significativas em relação à depressão. Embora o presente estudo apresente limitações, considera-se que seus objetivos foram alcançados e que os resultados obtidos podem contribuir de forma significativa para a compreensão da relação entre masculinidade hegemônica, maus-tratos infantis e sofrimento psíquico.pt_BR
dc.title.enHegemonic masculinity, childhood maltreatment, and mental illness in adulthoodpt_BR
dc.subject.ptbrMasculinidadept_BR
dc.subject.ptbrMaus-tratos infantispt_BR
dc.subject.ptbrSofrimento psíquicopt_BR
dc.subject.enMasculinitypt_BR
dc.subject.enChild abusept_BR
dc.subject.enPsychological sufferingpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIApt_BR
local.author.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-7517-9565pt_BR
local.author.latteshttp://lattes.cnpq.br/6935620100972602pt_BR
local.advisor.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-6816-0105pt_BR
local.advisor.latteshttp://lattes.cnpq.br/9442664779197832pt_BR
local.date.available2026-02-26-
Aparece en las colecciones: PPGP - Dissertações defendidas na UFC

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