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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisorNagao-Dias, Aparecida Tiemi-
dc.contributor.authorGuimarães, Juliana Alves-
dc.date.accessioned2026-01-12T15:22:14Z-
dc.date.available2026-01-12T15:22:14Z-
dc.date.issued2016-
dc.identifier.citationGUIMARÃES, Juliana Alves. Análise dos títulos séricos de IgA anti-antígeno glicolipídio fenólico 1 em pacientes com hanseníase e seus contatos menores de 15 anos. 2016. 62 f. Monografia (Graduação em Farmácia) - Faculdade de Farmácia, Odontologia e Enfermagem, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2016. Disponível em: http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/ 84172. Acesso em: 12 jan. 2026pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufc.br/handle/riufc/84173-
dc.description.abstractLeprosy is a chronic infectious disease caused by Mycobacterium leprae, which shows predilection for the peripheral nerves. The glycosylated phenolic group with a trisaccharide (PGL-1) is specific for the species, and is responsible for inducing high specific humoral immune response. Since its discovery in 1980, it has been employed in techniques to detect antibodies to M. leprae and it is used in seroepidemiological studies. The analysis of anti-PGL 1 antibodies in most cases is restricted to the IgM isotype in the serum. Other studies bring results with serum IgG and IgM, and IgA in saliva. The IgA isotype has been used as a diagnostic tool in other diseases, but not in leprosy. The present work studied the anti-PGL 1 IgA isotype in the serum of leprosy patients and contacts in endemic cities of Rio Largo and Santana do Ipanema, Alagoas. Of the 42 samples from leprosy patients, 42.85% were positive for anti-PGL IgA 1. When the patients were separated by multibacillary or paucibacillary classification, there was a higher positivity (45.4%) in the multibacillary form. The comparison with other isotypes IgG and serum IgM, anti-PGL 1 IgA showed the best correlation with IgM (r = 0.71, p <0.0001) than with IgG (r = 0.35, p = 0.02 ). In the group of leprosy contacts (n = 224), anti PGL 1 IgA was positive in 0.89%. When the contacts were separated in household and peridomiciliar contacts, two individuals from Santana do Ipanema, one intra and one peridomiciliar leprosy contact, were positive. There was significant difference between the titers of anti-PGL 1 IgA in patients and all contact groups (p = 0.0001). An important statistical significance (p <0.0001) was also observed when the contacts were divided according to the index case MB / PB and compared with patients MB / BP. Anti-PGL 1 IgA may be a potential tool in diagnosis; however, more studies shall be done. It is critical to follow-up leprosy contacts who present positive anti PGL-1 IgA who may present high risk of developing the disease.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleAnálise dos títulos séricos de IgA anti-antígeno glicolipídio fenólico 1 em pacientes com hanseníase e seus contatos menores de 15 anospt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.description.abstract-ptbrA hanseníase é uma doença infecciosa crônica causada pelo Mycobacterium leprae, que apresenta predileção pelos nervos periféricos. Na parede celular desses microorganismos encontra-se um grupo fenólico glicosilado com um trissacarídeo específico para o M. leprae: o glicolipídeo fenólico 1 (PGL 1), responsável pela alta especificidade da resposta imune humoral à infecção. Desde sua descoberta, em 1980, tem sido empregado em técnicas para detecção de anticorpos contra o M. leprae e muito utilizado em estudos soroepidemiológicos. A análise dos anticorpos anti-PGL 1 na maior parte das vezes restringe-se ao isotipo IgM no soro, outros estudos trazem resultados com IgG sérica, além de IgA e IgM na saliva. Diante do desempenho como ferramenta diagnóstica em outras doenças, este trabalho estudou o isotipo IgA anti-PGL 1 no soro de pacientes com hanseníase e contatos nas cidades endêmicas de Rio Largo e Santana do Ipanema. Das 42 amostras de pacientes com hanseníase, 42,85% foram positivas para IgA anti-PGL 1, quando separados pela classificação multibacilar ou paucibacilar, os primeiros apresentaram maior positividade (45,4%). Quanto à comparação com os outros isotipos IgG e IgM séricos, IgA anti-PGL 1 mostrou melhor correlação com IgM (r=0,71, p<0,0001) que com IgG (r=0,35, p=0,02). No grupo contatos (n=225), IgA anti PGL 1 apresentou positividade de 0,89%. Quando separados entre intradomiciliares e peridomiciliares e por cidade, dois contatos apresentaram positividade, um intra e outro peri ambos de Santana do Ipanema. Houve significância estatística entre os títulos de IgA antiPGL 1 nos pacientes e todos os grupos de contatos (p=0,0001). Importante significância estatística (p<0,0001) também foi observada quando os contatos foram divididos de acordo com o caso índice MB/PB e comparados com pacientes MB/BP. Desse modo, IgA anti-PGL 1 mostrou um comportamento compatível com a possibilidade de uso como ferramenta diagnóstica, no entanto, mais estudos devem ser feitos nesse sentido. É fundamental que seja realizado acompanhamento dos contatos de pacientes que positivaram para IgA anti-PGL 1 quanto ao risco de desenvolver a doença.pt_BR
dc.subject.ptbrHanseníasept_BR
dc.subject.ptbrImunoglobulina Apt_BR
dc.subject.ptbrMycoplasma pneumoniaept_BR
dc.subject.ptbrGlomerulonefrite por IGApt_BR
dc.subject.enLeprosypt_BR
dc.subject.enImmunoglobulin Apt_BR
dc.subject.enMycoplasma pneumoniaept_BR
dc.subject.enGlomerulonephritis, IGApt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::FARMACIApt_BR
dc.description.ptbrEste documento está disponível online com base na Portaria nº 348, de 08 de dezembro de 2022, disponível em: https://biblioteca.ufc.br/wp-content/uploads/2022/12/portaria348-2022.pdf, que autoriza a digitalização e a disponibilização no Repositório Institucional (RI) da coleção retrospectiva de TCC, dissertações e teses da UFC, sem o termo de anuência prévia dos autores. Em caso de trabalhos com pedidos de patente e/ou de embargo, cabe, exclusivamente, ao autor(a) solicitar a restrição de acesso ou retirada de seu trabalho do RI, mediante apresentação de documento comprobatório à Direção do Sistema de Bibliotecas.pt_BR
local.author.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-2567-6942pt_BR
local.author.latteshttp://lattes.cnpq.br/7109726950313609pt_BR
local.advisor.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-7827-7091pt_BR
local.advisor.latteshttp://lattes.cnpq.br/0232309100029919pt_BR
Aparece en las colecciones: FARMÁCIA - Monografia

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