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dc.contributor.advisorAragão, Gislei Frota-
dc.contributor.authorNogueira, Amaurilio Oliveira-
dc.date.accessioned2026-01-09T11:39:27Z-
dc.date.available2026-01-09T11:39:27Z-
dc.date.issued2019-
dc.identifier.citationNOGUEIRA, Amaurilio Oliveira. Perfil clínico epidemiológico e avaliação sérica de estresse oxidativo em pacientes com Transtorno de Espectro Autista sob o tratamento de Metilfenidato. 2019. Dissertação (Mestrado Profissional em Farmacologia Clínica) - Departamento de Fisiologia e Farmacologia, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2019. Disponível em: http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/ 84150. Acesso em: 09 jan. 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufc.br/handle/riufc/84150-
dc.description.abstractAutistic Spectrum Disorder (ASD) is characterized by changes in neurological development and impairments in social interaction and communication, with the presence of repetitive and stereotyped behaviors. The use of methylphenidate in children diagnosed with ASD has contradictory results and there is no generalized benefit. Therefore, this study aimed to draw a clinical and epidemiological profile, to evaluate behavioral changes and levels of oxidative stress in the blood of patients with Autistic Spectrum Disorder. The study included 124 children and adolescents aged up to 17 years old, registered at the Center for Child Psychosocial Care (CAPSi) of the municipal health network of Fortaleza, from September 2017 to February 2019, where an interview was conducted with parents and the CARS (Childhood Autism Rating Scale) scale for the assessment. After behavioral assessment for 12 weeks, an educational booklet was applied; previously validated, directed to parents with information about the pathology, treatment and frequent doubts. After the behavioral evaluation stage, the biological material (blood) was obtained from all participants in each group for oxidative stress analysis. The sample of 124 participants showed that 39 (31.4%) were classified as non-autistic, 45 (36.2%) moderate autistic, 40 (32.2%) severe autistic, and had an average age of 5 years. for children with moderate autism and 3 years when diagnosed with the disorder. It was also possible to identify aspects related to the severity of patients diagnosed with ASD, with a predominance of moderate degree in males with 39 cases (34.8 ± 0.42) and among females, more severe records were observed, with 30 cases (48.9 ± 0.90), in addition to the percentages of mothers with viral infection evidenced during the completion of the clinical chart, which was applied to a total of 83 mothers surveyed. The number of patients exposed to drug abuse during the gestational period corresponded to 81 (65%) of the total of 124 individuals. Only 43 (53%) had moderate ASD and 38 (47%) out of 81 children. There were 28 male patients with moderate autism and 15 (34%) of a total of 43 female individuals. The number of patients with the highest severity of the disorder totaled 38 individuals, 30 of whom were male and 8 female. The application of CARS in children with ASD who started drug support with Risperidone, methylphenidate or both in combination with no other alternative therapy within 30 to 90 days. The results show that the group with severe ASD that used methylphenidate alone showed a reduction in CARS score (40.6 ± 0.79) when compared to the group without ASD (51.6 ± 0.97), In addition to the continued use of methylphenidate alone or in combination with Risperidone, it causes a reduction in reactive oxygen and nitrogen species and increases serum GSH levels. It is concluded that the use of methylphenidate after 12 weeks of evaluation has reduced CARS score and reduces reactive oxygen and nitrogen species and improves an antioxidant system pathway that corresponds to glutathione-related extrinsic pathway.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titlePerfil clínico epidemiológico e avaliação sérica de estresse oxidativo em pacientes com Transtorno de Espectro Autista sob o tratamento de Metilfenidatopt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.co-advisorMoraes, Maria Elisabete Amaral de-
dc.description.abstract-ptbrO Transtorno do Espectro Autista (TEA) é caracterizado por alterações no desenvolvimento neurológico e deficiências na interação social e comunicação, com presença de comportamentos repetitivos e estereotipados. O uso do metilfenidato em crianças com diagnóstico de TEA apresenta resultados contraditórios e não há benefício generalizado. Diante disso, este estudo objetivou traçar um perfil clínico-epidemiológico, avaliar alterações comportamentais e níveis de estresse oxidativo no sangue de pacientes portadores de Transtorno do Espectro Autista. Foram incluídos no estudo 124 crianças e adolescentes com idade até 17 anos, cadastradas no Centro de atenção Psicossocial infantil (CAPSi) da rede municipal de saúde de Fortaleza, no período de setembro de 2017 a fevereiro de 2019, onde foi realizada uma entrevista com os pais e aplicada a escala CARS (Childhood Autism Rating Scale) para a avaliação. Após avaliação comportamental por 12 semanas, foi aplicada uma cartilha educativa; previamente validada, direcionada aos pais com informações acerca da patologia, tratamento e dúvidas frequentes. Após a etapa de avaliação comportamental obteve-se o material biológico (sangue) de todos os participantes de cada grupo para análise do estresse oxidativo. A amostra de 124 participantes demonstrou que 39 (31,4%) foram classificados como não autistas, 45 (36,2%) autistas moderados, 40 (32,2%) autistas graves, além de apresentarem uma média de idade de 5 anos para crianças com autismo moderado e 3 anos quando diagnosticadas com o transtorno. Também foi possível identificar aspectos relacionados a gravidade dos pacientes diagnosticados com TEA, com uma predominância do grau moderado no sexo masculino com 39 casos (34,8 ± 0,42) e entre o sexo feminino, observou-se registros de maior gravidade, com 30 casos (48,9 ± 0,90), além dos percentuais de mães com infecção viral evidenciada durante o preenchimento do prontuário clínico, o qual foi aplicado em um total de 83 mães pesquisadas. Observou-se o quantitativo de pacientes expostos ao uso de drogas de abuso durante o período gestacional que corresponde à 81 (65%) do total de 124 indivíduos. Somente 43 (53%) apresentaram TEA em grau moderado e 38 (47%) do total de 81 crianças. Foi evidenciado 28 pacientes do sexo masculino com autismo moderado e 15 (34%) de um total de 43 indivíduos do sexo feminino. O número de pacientes com a maior gravidade do transtorno totalizou 38 indivíduos dos quais 30 são do sexo masculino e 8 do sexo feminino. A aplicação da CARS em crianças com TEA que iniciaram o suporte medicamentoso com Risperidona, metilfenidato ou os dois em associação sem nenhuma outra terapia alternativa no período de 30 a 90 dias. Os resultados demonstram que o grupo com TEA grave que fez uso somente de metilfenidato apresenta redução da pontuação na escala da CARS (40,6 ± 0,79) quando comparado ao grupo TEA sem tratamento medicamentoso (51,6 ± 0,97), além do uso continuo do metilfenidato sozinho ou associado a Risperidona causar redução de espécies reativas do oxigênio e nitrogênio e aumenta os níveis de GSH sérico. Conclui-se que o uso de metilfenidato após 12 semanas de avaliação apresenta redução do escore da CARS e reduz espécies reativas do oxigênio e nitrogênio e melhora uma via do sistema antioxidante que corresponde a via extrínseca relacionada a glutationa.pt_BR
dc.title.enEvaluation of epidemiological factors, behavioral oxidative stress in methylphenidate treatment in autistic spectrum disorderpt_BR
dc.subject.ptbrTranstorno do Espectro Autistapt_BR
dc.subject.ptbrEpidemiologiapt_BR
dc.subject.ptbrCriançapt_BR
dc.subject.ptbrMetilfenidatopt_BR
dc.subject.ptbrEstresse Oxidativopt_BR
dc.subject.enAutistic Spectrum Disorderpt_BR
dc.subject.enEpidemiologypt_BR
dc.subject.enChildpt_BR
dc.subject.enMethylphenidatept_BR
dc.subject.enOxidative Stresspt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::FARMACOLOGIApt_BR
local.author.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-8556-5494pt_BR
local.author.latteshttp://lattes.cnpq.br/2157761099055319pt_BR
local.advisor.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-0689-8371pt_BR
local.advisor.latteshttp://lattes.cnpq.br/1937258923837490pt_BR
local.co-advisor.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-6826-8930pt_BR
local.co-advisor.latteshttp://lattes.cnpq.br/3565768281344086pt_BR
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