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Tipo: Dissertação
Título: "O que é o luto se não o amor que perdura"?: a construção da personagem Wanda Maximoff na minissérie WandaVision
Título em inglês: "What is grief if not love persevering"?: the construction of the character Wanda Maximoff in the miniseries WandaVision
Título em espanhol: ¿"Qué es el duelo sino un amor que perdura"?: la construcción del personaje de Wanda Maximoff en la miniserie WandaVision
Título em francês: “Qu'est-ce que le deuil, sinon l'amour qui dure”?: la construction du personnage de Wanda Maximoff dans la mini-série WandaVision
Autor(es): Moreira, Thainá Marques
Orientador: Lucas, Ricardo Jorge de Lucena
Palavras-chave em português: Wanda Maximoff;WandaVision;Quadrinhos;Luto;Personagem feminina
Palavras-chave em inglês: Wanda Maximoff;WandaVision;Comics;Grief;Female character
Palavras-chave em espanhol: Wanda Maximoff;WandaVision;Cómics;Duelo;Personaje femenino
Palavras-chave em francês: Wanda Maximoff;WandaVision;Comics;Deuil;Personnage féminin
CNPq: CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::COMUNICACAO
Data do documento: 2025
Citação: MOREIRA, Thainá Marques. “O que é o luto se não o amor que perdura”?: a construção da personagem Wanda Maximoff na minissérie WandaVision. 2025. 159 f. Dissertação (Mestrado em Comunicação) – Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2025.
Resumo: A dissertação teve como objetivo analisar as formas de representação organizadas para o desenvolvimento de Wanda Maximoff na minissérie WandaVision (2021), produzida pela Marvel Studios e distribuída pelo serviço de streaming Disney +. A personagem tem origem nos quadrinhos da editora Marvel Comics em 1963 e estreou no Universo Cinematográfico Marvel em 2014. O significado do progresso de Wanda em WandaVision está no luto da personagem após a morte do Visão, seu companheiro, que é um sintozóide, um robô humanoide com pele e órgãos sintéticos. O que direciona para a questão de como uma personagem feminina é representada desde os quadrinhos para o seriado e quais as problemáticas que são implicadas nessa forma representacional. Por isso, iremos basear esta pesquisa nas relações de Wanda dos quadrinhos Vingadores: A Busca pelo Visão (Byrne, 2021), Vingadores: A Queda (Bendis; Finch, 2013) e Dinastia M (Bendis; Coipel, 2006) para a minissérie. Utilizamos a intertextualidade (Genette, 2010) e a intertextualidade diegética (Jeffries, 2014) para observar o diálogo entre WandaVision e os quadrinhos. Os estudos do luto por Klein (1996), Bowlby (2004) e Parkes (2023) e as contribuições de Guillaumin (2014), Lauretis (2019) e Oyěwùmí (2021) para compreendermos o modelo de personagem feminina estruturado em Wanda. Ao final, foi percebido que WandaVision une determinados detalhes dos quadrinhos, em adição ao luto, e encaixa a protagonista no papel visto como normal para uma figura feminina desempenhar, que uma mulher com poderes enlouquece.
Abstract: The dissertation aimed to analyze the forms of representation organized for the development of Wanda Maximoff in the miniseries WandaVision (2021), produced by Marvel Studios and distributed by the Disney+ streaming service. The character originated in Marvel Comics in 1963 and debuted in the Marvel Cinematic Universe in 2014. The meaning of Wanda's progression in WandaVision lies in the character's grief after the death of Vision, her companion, who is a synthozoid, a humanoid robot with synthetic skin and organs. Which leads to the question of how a female character is represented from the comics to the series and what problems are implied in this representational form. Therefore, we will base this research on Wanda's relationships from the comics Vision Quest (Byrne, 2021), Avengers: Disassembled (Bendis; Finch, 2013), and House of M (Bendis; Coipel, 2006) to the miniseries. We use intertextuality (Genette, 2010) and diegetic intertextuality (Jeffries, 2014) to observe the dialogue between WandaVision and the comics. The studies of grief by Klein (1996), Bowlby (2004), and Parkes (2023), and the contributions of Guillaumin (2014), Lauretis (2019), and Oyěwùmí (2021) help us understand the female character model structured in Wanda. In the end, it was realized that WandaVision combines certain details from the comics, in addition to grief, and fits the protagonist into the role seen as normal for a female figure to play, that a woman with powers goes mad.
Resumen: La tesis tuvo como objetivo analizar las formas de representación organizadas para el desarrollo de Wanda Maximoff en la miniserie WandaVision (2021), producida por Marvel Studios y distribuida por el servicio de streaming Disney+. El personaje se originó en los cómics de Marvel Comics en 1963 y debutó en el Universo Cinematográfico de Marvel en 2014. El significado del progreso de Wanda en WandaVision radica en el duelo del personaje tras la muerte de Vision, su compañero, quien es un sintezoide, un robot humanoide con piel y órganos sintéticos. Esto nos lleva a la pregunta de cómo se representa a un personaje femenino desde los cómics hasta la serie de televisión y qué problemas implica esta forma de representación. Por lo tanto, basaremos esta investigación en las relaciones de Wanda desde los cómics Vision Quest (Byrne, 2021), Avengers: Disassembled (Bendis; Finch, 2013), and House of M (Bendis; Coipel, 2006) hasta la miniserie. Utilizamos la intertextualidad (Genette, 2010) y la intertextualidad diegética (Jeffries, 2014) para observar el diálogo entre WandaVision y los cómics. Los estudios sobre el duelo de Klein (1996), Bowlby (2004) y Parkes (2023), así como las contribuciones de Guillaumin (2014), Lauretis (2019) y Oyěwùmí (2021), permiten comprender el modelo de personaje femenino estructurado en Wanda. Al final, se dio cuenta de que WandaVision combina ciertos detalles de los cómics, además del duelo, y encaja a la protagonista en el papel que se considera normal que desempeñe una figura femenina, que una mujer con poderes se vuelva loca.
Résumé: La thèse visait à analyser les formes de représentation organisées pour le développement de Wanda Maximoff dans la mini-série WandaVision (2021), produite par Marvel Studios et distribuée par le service de streaming Disney+. Le personnage est né dans les comics Marvel de 1963 et a fait ses débuts dans l'univers cinématographique Marvel en 2014. L'importance de la progression de Wanda dans WandaVision réside dans le deuil du personnage après la mort de Vision, son compagnon, un synthozoïde, un robot humanoïde doté d'une peau et d'organes synthétiques. Cela soulève la question de la représentation du personnage féminin, des comics à la série, et des enjeux qu'implique cette forme de représentation. Nous baserons donc cette recherche sur les relations de Wanda depuis les comics Vision Quest (Byrne, 2021), Avengers: Disassembled (Bendis; Finch, 2013), and House of M (Bendis; Coipel, 2006) jusqu'à la mini-série. Nous utiliserons l'intertextualité (Genette, 2010) et l'intertextualité diégétique (Jeffries, 2014) pour observer le dialogue entre WandaVision et les comics. Les études sur le deuil de Klein (1996), Bowlby (2004) et Parkes (2023) ainsi que les contributions de Guillaumin (2014), Lauretis (2019) et Oyěwùmí (2021) nous aident à comprendre le modèle de personnage féminin structuré dans Wanda. Au final, on s'est rendu compte que WandaVision combine certains détails des comics, en plus du deuil, et place le protagoniste dans le rôle considéré comme normal pour une figure féminine, à savoir une femme dotée de pouvoirs qui devient folle.
URI: http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/83890
ORCID do(s) Autor(es): https://orcid.org/0000-0002-0949-2895
Currículo Lattes do(s) Autor(es): http://lattes.cnpq.br/5109494658384608
ORCID do Orientador: https://orcid.org/0000-0002-6801-4797
Currículo Lattes do Orientador: http://lattes.cnpq.br/6868794107118772
Tipo de Acesso: Acesso Aberto
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