Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/83777
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorPereira, Eanes Delgado Barros-
dc.contributor.authorMedeiros, Ana Irene Carlos de-
dc.date.accessioned2025-12-10T11:28:34Z-
dc.date.available2025-12-10T11:28:34Z-
dc.date.issued2024-
dc.identifier.citationMEDEIROS, Ana Irene Carlos de. Prevalência da síndrome de Burnout em profissionais de saúde de Unidades de Terapia Intensiva de Fortaleza-CE no início e final da pandemia da covid-19. 2024. Tese (Doutorado em Ciências Médicas) – Faculdade de Medicina, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2024. Disponível em: http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/ 83777. Acesso em: 10 dez. 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufc.br/handle/riufc/83777-
dc.description.abstractIntroduction: Health professionals who work in the Intensive Care Unit (ICU) are exposed to a high load of stress due to excessive work demand, patient severity and criticality of the environment, being the area most affected by Burnout Syndrome (BS). BS is characterized by a feeling of exhaustion, leading to depersonalization and reduced professional fulfillment, which can affect both the individual's well-being and the quality of care offered to their patients. Therefore, it is important to enable measures that can minimize the prevalence of BS in ICUs, and identifying the presence of this disorder and its associated factors is the first step towards this reduction. Objective: To evaluate the prevalence of Burnout syndrome in healthcare professionals in Intensive Care Units in Fortaleza/CE in the first year (2020) and last year (2023) of the COVID-19 pandemic. Methods: A cross-sectional study was carried out with health professionals (Doctors, Physiotherapists, Nurses and Nursing Technicians) working in public Adult ICUs in Fortaleza-CE during 2 different periods. Between June and July 2020, burnout was assessed online, after access to the ICUs was granted, face-to-face interviews were carried out between January and August 2023, with burnout, anxiety, depression and resilience being assessed. Results: 265 professionals were included in the 2020 study and 194 professionals in the 2023 study. At the beginning of the pandemic, emotional exhaustion was present in almost half of health professionals (48.6%) and depersonalization in a third of professionals (29 .4%), and Burnout levels remained high at the end of the pandemic, with 54.1% of professionals showing emotional exhaustion and 37.6% depersonalization. At the end of the pandemic, the prevalence of anxiety was 27.3% and depression was 6.2%. In the 2020 study, depersonalization was lower in women (OR 0.33 CI95% 0.18-0.62, p=0.01) and higher among professionals under 33 years old (OR 2.03 CI95% 1.15 -3.56, p=0.01). Increased workload was associated with depersonalization and emotional exhaustion [(OR 2.37 95% CI 2.02-5.50, p=0.04) and (OR 1.89 95% CI 1.04-3 .58; p = 0.030, respectively)]. In the 2023 study, age under 35 years old [OR 3.32(1.12-4.82)] and working in more than 2 hospitals [OR 3.03 (1.40-6.75)] were factors of risk for Burnout, while resilience was a protective factor for depersonalization [OR 0.97 (0.96-0.99)], exhaustion [OR 0.97 (0.96-0.99)], and global burnout. Conclusion: Burnout Syndrome was present in around half of the healthcare professionals in this research, both at the beginning and at the end of the COVID-19 pandemic. BS was more common in younger individuals and those with an increased workload. Emotional exhaustion was related to anxiety and depression, while resilience was a protective factor for depersonalization, emotional exhaustion, and global burnout.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titlePrevalência da síndrome de Burnout em profissionais de saúde de Unidades de Terapia Intensiva de Fortaleza-CE no início e final da pandemia da Covid-19pt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.description.abstract-ptbrIntrodução: Profissionais de saúde que trabalham em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) são expostos a alta carga de estresse devido a demanda excessiva de trabalho, gravidade dos pacientes e criticidade do ambiente, sendo a área mais afetada pela Síndrome de Burnout (SB). A SB se caracteriza por sensação de esgotamento, acarretando despersonalização e redução da realização profissional, o que pode afetar tanto o bem-estar do indivíduo, como a qualidade do cuidado ofertado a seus pacientes. Desta forma, é importante viabilizar medidas que possam minimizar a prevalência de SB nas UTI’s, e a identificação da presença desse distúrbio e seus fatores associados é o primeiro passo para essa redução. Objetivo: Avaliar a prevalência da síndrome de Burnout em profissionais de saúde de Unidades de Terapia Intensiva de Fortaleza/CE no primeiro ano (2020) e no último ano (2023) da pandemia de COVID-19. Métodos: Foi realizado um estudo transversal com profissionais de saúde (Médicos, Fisioterapeutas, Enfermeiros e Técnicos de Enfermagem) atuantes em UTI’s públicas Adulto de Fortaleza-CE durante 2 períodos distintos. Entre junho a julho de 2020 foi avaliado burnout de forma on-line, após a liberação do acesso às UTIs, foram realizadas entrevistas presenciais entre janeiro a agosto de 2023, sendo avaliados Burnout, ansiedade, depressão e resiliência. Resultados: Foram incluídos 265 profissionais em 2020 e 194 profissionais em 2023. No início da pandemia, a exaustão emocional foi presente em quase metade dos profissionais de saúde (48,6%) e despersonalização em um terço dos profissionais (29,4%), e os níveis de Burnout se mantiveram altos no final da pandemia, com 54,1% de profissionais apresentando exaustão emocional e 37,6% despersonalização. Ao final da pandemia a prevalência de ansiedade foi de 27,3% e de depressão foi de 6,2%. No estudo de 2020 a despersonalização foi menor nas mulheres (OR 0,33 IC95% 0,18-0,62, p=0,01) e maior entre profissionais com menos de 33 anos (OR 2,03 IC95% 1,15-3,56, p=0,01). O aumento da carga de trabalho foi associado à despersonalização e ao esgotamento emocional [(OR 2,37 IC95% 2,02-5,50, p=0,04) e (OR 1,89 IC 95% 1,04-3,58; p = 0,030, respectivamente)]. No estudo de 2023 a idade menor que 35 anos [OR 3,32(1,12-4,82)] e trabalhar em mais de 2 hospitais [OR 3,03 (1,40-6,75)] foram fatores de risco para a Burnout, enquanto a resiliência foi um fator de proteção para a despersonalização [OR 0,97 (0,96- 0,99)], exaustão [OR 0,97 (0,96-0,99)], e burnout global. Conclusão: A Síndrome de Burnout foi presente em cerca de metade dos profissionais de saúde dessa pesquisa, tanto no início, como no final da pandemia da COVID-19. A SB foi mais comum em indivíduos mais jovens e com carga de trabalho aumentada. A exaustão emocional esteve relacionada a ansiedade e depressão, enquanto a resiliência foi um fator de proteção para a despersonalização, exaustão emocional, e burnout global.pt_BR
dc.subject.ptbrUnidades de Terapia Intensivapt_BR
dc.subject.ptbrEsgotamento Profissionalpt_BR
dc.subject.ptbrDespersonalizaçãopt_BR
dc.subject.ptbrPessoal de Saúdept_BR
dc.subject.enIntensive Care Unitspt_BR
dc.subject.enBurnout, Professionalpt_BR
dc.subject.enDepersonalizationpt_BR
dc.subject.enHealth Personnelpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::MEDICINA::CLINICA MEDICApt_BR
local.author.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-2958-6079pt_BR
local.author.latteshttp://lattes.cnpq.br/1950640952765324pt_BR
local.advisor.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-4414-3164pt_BR
local.advisor.latteshttp://lattes.cnpq.br/1517783578435444pt_BR
Aparece nas coleções:DMC - Teses defendidas na UFC

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
2024_tese_aicmedeiros.pdf1,04 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.