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dc.contributor.advisorSousa, Maria Aparecida de-
dc.contributor.authorPontes, Camila Fontenele Garcia-
dc.date.accessioned2025-11-28T15:47:25Z-
dc.date.available2025-11-28T15:47:25Z-
dc.date.issued2025-
dc.identifier.citationPONTES, Camila Fontenele Garcia. Nascer, tornar ou reivindicar-se mulher? A identidade de gênero e o discurso de ódio sob análise no combate à pobreza menstrual no Brasil. 2025. 86 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Curso de Comunicação Social) - Curso de Graduação em Comunicação Social/Jornalismo, Instituto de Cultura e Arte, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufc.br/handle/riufc/83612-
dc.description.abstractThe concept of gender can be considered one of the most contested fields in postmodern society. What it is and what constitutes it are factors that diverge and clash with one another, intertwining with identity politics and creating an incendiary amalgam that makes any conversation about the origin and application of this term highly sensitive. From a “feminine” perspective, and particularly in relation to menstrual poverty as a deliberate state policy, the differentiation between sex and gender falls upon theories of social construction and formation of gender—not as a pre-discursive identity, but as a temporal and situational construct. This study seeks to elucidate the roots of the thin line separating the biological from the sociopolitical through a case study supported by the NGO Projeto Deixa Fluir, an organization operating in the third sector and advocating for the inclusion of people affected by menstrual poverty. Using as a sample space the comments on an educational and informative post on the NGO’s Instagram page, which employed the term “people who menstruate” as one of its institutional references to its target audience—alongside “women” and “Brazilian women”—this research aimed to assert that the clash of ideological discourses (Orlandi, 2005) and the maintenance of socially enforced power through gender differentiation (Butler, 2018) contribute to the perpetuation of trans-exclusive policies. This, in turn, fuels the hostile divergence between radical feminism (TERF) and individuals outside the gender binary system, hindering any perceptible progress in integrating socially, politically, and economically marginalized people.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleNascer, tornar ou reivindicar-se mulher? A identidade de gênero e o discurso de ódio sob análise no combate à pobreza menstrual no Brasilpt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.description.abstract-ptbrO conceito de gênero pode ser considerado como um dos campos de maior disputa na sociedade pós-moderna. O que é e o que o compõe são fatores que divergem e vão de encontro uns aos outros, misturando-se à política identitária e criando uma amálgama incendiária, que torna sensíveis quaisquer conversas sobre a origem e a aplicação deste termo. Na perspectiva “feminina”, e particularmente em relação à pobreza menstrual como política deliberada do Estado, a diferenciação entre sexo e gênero recai sobre teorias de construção e formação social do gênero, não como uma identidade pré-discursiva, mas sim como um construto temporal e situacional. Neste trabalho, procura-se explicitar as raízes dessa tênue linha que separa o biológico do sociopolítico, através de um estudo de caso apoiado pela ONG “Projeto Deixa Fluir”, atuante do terceiro setor e ativista pela inclusão de pessoas que sofrem com a pobreza menstrual. Utilizando como espaço amostral comentários em uma postagem informativa de cunho educacional na página do Instagram da ONG, que utilizou o termo “pessoas que menstruam" como uma das referências institucionais ao público-alvo da organização, assim como “mulheres” e “brasileiras”, o presente estudo almejou afirmar que o embate de discursos ideológicos (Orlandi, 2005) e a manutenção do poder socialmente exercido pela diferenciação de gênero (Butler, 2018) contribuem para o perpetuamento de políticas trans-exclusivas, alimentando a divergência odiosa entre o feminismo radical (TERF) e indivíduos fora do sistema binário de gênero, impedindo um avanço perceptível da integração de pessoas social, política e economicamente marginalizadas.pt_BR
dc.subject.ptbrPobreza menstrualpt_BR
dc.subject.ptbrGêneropt_BR
dc.subject.ptbrRedes sociaispt_BR
dc.subject.ptbrDiscurso de ódiopt_BR
dc.subject.ptbrPolíticas públicaspt_BR
dc.subject.enMenstrual povertypt_BR
dc.subject.enGenderpt_BR
dc.subject.enSocial mediapt_BR
dc.subject.enHate speechpt_BR
dc.subject.enPublic policypt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::COMUNICACAOpt_BR
local.author.latteshttp://lattes.cnpq.br/1876403505831957pt_BR
local.advisor.latteshttp://lattes.cnpq.br/8234837038062257pt_BR
local.date.available2025-11-28-
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