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dc.contributor.advisorCardoso, Thereza Cristina Rocha-
dc.contributor.authorOliveira, Déborah Santos de-
dc.date.accessioned2025-11-17T13:48:24Z-
dc.date.available2025-11-17T13:48:24Z-
dc.date.issued2025-
dc.identifier.citationOLIVEIRA, Déborah Santos de. Descer para o futuro: reversibilidade do tempo como poética de des-criação em dança. 2025. 110 f. Dissertação (Mestrado em Artes) – Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufc.br/handle/riufc/83438-
dc.description.abstractHow can we rescue the imaginaries of future in dance? In which procedures can we dive to imbricate curved timing in compositions? Can returning to a creative process tension the confluences between practice and theory in a collective? How the desire to return poetically can become uncreative actions in dance? This research focuses on contemporary dance from a black perspective in order to understand how the axes of body, memory and ancestry were the poetic and dramaturgical foundation for the creation of the performance Ocara (2023), by Companhia Déborah Santos. It returns to its creative process with the aim of investigating it from the point of view of scenic disassembly (Diéguez, 2013), understanding it as de-creation in dance. With this, the research aims to draw up reflections on the reversibility of time in dance as a dismantled/uncreated and spiral poetics. It takes up the black references left behind by white and Eurocentric thinking in order to launch into a future that lies in the descent of modern thinking. In other words, descending into the future.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleDescer para o futuro: reversibilidade do tempo como poética de des-criação em dançapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.description.abstract-ptbrComo podemos resgatar os imaginários de futuro na dança? Em quais procedimentos podemos mergulhar para imbricar tempos curvilíneos (Martins, 2021) nas composições? Retornar a um processo criativo pode tensionar as confluências (Bispo dos Santos, 2023) entre prática e teoria de um coletivo? Como o desejo de retorno pode tornar-se poeticamente ações des-criativas em dança? Esta pesquisa toma a dança contemporânea sob uma perspectiva negra como área de interesse da investigação com o intuito de compreender como os eixos corpo, memória e ancestralidade foram alicerce poético e dramatúrgico para a criação do espetáculo Ocara (2023), da Companhia Déborah Santos. Retorna ao seu processo criativo com o objetivo de pensá-lo a partir da desmontagem cênica (Diéguez, 2013), entendendo-a como des-criação em dança. Com isso, a pesquisa deseja traçar reflexões sobre a reversibilidade do tempo na dança enquanto poética desmontada/des-criada e espiralar (Martins, 2021). Retomam-se as referências negras deixadas para trás pelo pensamento branco e eurocentrado, a fim de se lançar para um futuro que se encontra na descida do pensamento moderno. Ou seja, descendo para o futuro.pt_BR
dc.subject.ptbrAncestralidadept_BR
dc.subject.ptbrDança negra contemporâneapt_BR
dc.subject.ptbrDes-criaçãopt_BR
dc.subject.ptbrDesmontagem cênicapt_BR
dc.subject.enAncestrypt_BR
dc.subject.enContemporary black Ddancept_BR
dc.subject.enDe-creationpt_BR
dc.subject.enScenic disassemblypt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::ARTESpt_BR
local.author.latteshttp://lattes.cnpq.br/8256652610545780pt_BR
local.advisor.latteshttp://lattes.cnpq.br/9450346202377323pt_BR
local.date.available2025-11-17-
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