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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisorChagas, Mariana Ramalho de Farias-
dc.contributor.authorRodrigues, Maria Fabielle Araújo-
dc.date.accessioned2025-10-07T17:37:18Z-
dc.date.available2025-10-07T17:37:18Z-
dc.date.issued2025-
dc.identifier.citationRODRIGUES, Maria Fabielle Araújo. Análise espacial do acesso aos centros de especialidades odontológicas e sua correlação com a cobertura de equipes de saúde bucal no Brasil. 2025. Dissertação (Mestrado em Saúde da Família) - Programa de Pós-Graduação em Saúde da Família, Universidade Federal do Ceará, Sobral, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufc.br/handle/riufc/82933-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleAnálise espacial do acesso aos centros de especialidades odontológicas e sua correlação com a cobertura de equipes de saúde bucal no Brasilpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.description.abstract-ptbrO acesso equitativo aos serviços odontológicos especializados no Sistema Único de Saúde (SUS) permanece um desafio para a política pública brasileira, influenciado por desigualdades regionais e pela capacidade resolutiva da Atenção Primária à Saúde (APS). A cobertura das Equipes de Saúde Bucal (ESB) e sua articulação com a rede especializada, por meio dos Centros de Especialidades Odontológicas (CEOs), é fundamental para garantir a continuidade e integralidade do cuidado. Contudo, fragilidades na regulação do acesso e na integração entre os níveis de atenção podem influenciar nos atendimentos por demanda espontânea, comprometendo a efetividade das ações. Este estudo analisou a distribuição geográfica da cobertura das ESB na APS e sua relação com o acesso espontâneo aos CEO no Brasil, utilizando dados do PMAQ-CEO referentes a 2014 e 2018. Trata-se de estudo ecológico de abordagem quantitativa, com dados agregados das 26 unidades federativas e do Distrito Federal, obtidos de bases públicas do Ministério da Saúde e complementados com informações populacionais e de cobertura das ESB e das Equipes de Saúde da Família (ESF). Realizaram-se análises descritivas, regressão logística binária e elaboração de mapas temáticos no software QGIS. Os resultados evidenciaram, em 2014, tendência de menor frequência de acesso espontâneo em estados com maior número de ESB e ESF, enquanto em 2018 observou-se aumento desse tipo de acesso, mesmo em cenários de alta cobertura. A análise espacial revelou padrões regionais distintos, com aglomerados de acesso espontâneo em áreas de fragilidade estrutural da APS, especialmente nas regiões Norte e Nordeste. Conclui-se que a ampliação da cobertura de ESB, isoladamente, não garante a ordenação do cuidado, sendo imprescindível fortalecer fluxos regulatórios, protocolos de referência e integração efetiva entre os níveis de atenção para promover um acesso mais eficiente e equitativo aos serviços especializados em saúde bucal.pt_BR
dc.subject.ptbrSaúde bucalpt_BR
dc.subject.ptbrAvaliação de serviços de saúdept_BR
dc.subject.ptbrEspecialidades odontológicaspt_BR
dc.subject.ptbrAnálise espacialpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDEpt_BR
local.author.latteshttp://lattes.cnpq.br/9506238773496740pt_BR
local.advisor.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-2834-4975pt_BR
local.advisor.latteshttp://lattes.cnpq.br/1353051628742373pt_BR
Aparece en las colecciones: PPGSF - SOBRAL - Dissertações defendidas na UFC

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