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dc.contributor.advisorTeixeira, Maria Jania-
dc.contributor.authorSouza, Cauê Barros de-
dc.date.accessioned2025-08-20T18:53:35Z-
dc.date.available2025-08-20T18:53:35Z-
dc.date.issued2025-
dc.identifier.citationSOUZA, Cauê Barros. Avaliação da polarização de macrófagos de linhagem J774 na infecção por Leishmania braziliensis. 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Bacharelado em Ciências Biológicas) – Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufc.br/handle/riufc/82155-
dc.description.abstractCutaneous leishmaniasis represents a serious public health problem, with millions of new cases in Brazil and worldwide. It is a neglected infectious-parasitic disease caused by parasites of the genus Leishmania, with L. (Viannia) braziliensis being the main species associated with the cutaneous form in Brazil. Infection occurs after the bite of sandflies of the genus Lutzomyia, and its clinical manifestation depends on multiple factors, such as the Leishmania species involved, the immune response, and the metabolism of host cells. Among these cells, macrophages, as the main host cell, play a central role in the establishment and control of infection, standing out especially for their functional polarization toward the M1 (pro-inflammatory) and M2 (anti-inflammatory) profiles. This study investigated the effects of macrophage polarization on Leishmania braziliensis infection in J774 murine macrophages, analyzing parameters such as parasite load, cytokine production (TNF-α and IL-10), nitric oxide (NO) levels, arginase activity, and urea levels at 24 and 48 hours post-infection. It was observed that M2 macrophages were more permissive to infection and showed greater activation of the arginase pathway, while M1 macrophages produced higher levels of TNF-α and NO. However, even with an inflammatory profile, M1s were unable to eliminate the parasite during the observed period, suggesting that inflammation alone is not sufficient to control the infection. Furthermore, the metabolic reprogramming induced by L. braziliensis appears to favor parasite persistence over time. These findings reinforce the importance of understanding the interactions between metabolism and immunity in leishmaniasis and highlight the need for further studies that explore therapeutic targets capable of modulating this response. These results reinforce that M2 polarization favors parasite survival, while the M1 response, despite being more inflammatory, was unable to completely eliminate the infection during the analyzed periods, suggesting a possible role for parasite evasion mechanisms or the paradoxical effect of excess inflammation. Understanding the dynamics between cellular metabolism and immune response is crucial for developing more effective therapies.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleAvaliação da polarização de macrófagos de linhagem J774 na infecção por Leishmania braziliensispt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.description.abstract-ptbrA leishmaniose tegumentar representa um grave problema de saúde pública com milhões de novos casos no Brasil e no mundo. É uma doença infecto-parasitária negligenciada causada por parasitos do gênero Leishmania, sendo L. (Viannia) braziliensis a principal espécie associada à forma cutânea no Brasil. A infecção ocorre após a picada de insetos flebotomíneos do gênero Lutzomyia, e sua manifestação clínica depende de múltiplos fatores, como a espécie de Leishmania envolvida, a resposta imune e o metabolismo das células hospedeiras. Dentre essas células, os macrófagos, como principal célula hospedeira, desempenham um papel central no estabelecimento e controle da infecção, destacando-se especialmente por sua polarização funcional para os perfis M1 (pró-inflamatório) e M2 (anti-inflamatório). Este estudo investigou os efeitos da polarização macrofágica sobre a infecção por Leishmania braziliensis em macrófagos murinos J774, analisando parâmetros como carga parasitária, produção de citocinas (TNF-α e IL-10), níveis de óxido nítrico (NO), atividade da arginase e níveis de ureia, em 24 e 48 horas pós-infecção. Observou-se que os macrófagos M2 foram mais permissivos à infecção e apresentaram maior ativação da via da arginase, enquanto os M1 produziram maiores níveis de TNF-α e NO. No entanto, mesmo com perfil inflamatório, os M1 não conseguiram eliminar o parasita no período observado, sugerindo que a inflamação isoladamente não é suficiente para o controle da infecção. Além disso, a reprogramação metabólica induzida por L. braziliensis parece favorecer a persistência do parasita ao longo do tempo. Esses achados reforçam a importância de compreender as interações entre metabolismo e imunidade na leishmaniose e destacam a necessidade de novos estudos que explorem alvos terapêuticos capazes de modular essa resposta. Esses resultados reforçam que a polarização M2 favorece a sobrevivência do parasito, enquanto a resposta M1, apesar de mais inflamatória, não foi capaz de eliminar totalmente a infecção nos períodos analisados, sugerindo um possível papel dos mecanismos de evasão parasitária ou do efeito paradoxal do excesso inflamatório. Compreender a dinâmica entre metabolismo celular e resposta imune é crucial para o desenvolvimento de terapias mais eficazes.pt_BR
dc.title.enEvaluation of J774 macrophage polarization in Leishmania braziliensis infectionpt_BR
dc.subject.ptbrLeishmania braziliensispt_BR
dc.subject.ptbrLeishmaniose tegumentarpt_BR
dc.subject.ptbrMacrófagospt_BR
dc.subject.ptbrPolarização M1/M2pt_BR
dc.subject.ptbrMecanismos de evasãopt_BR
dc.subject.enLeishmania braziliensispt_BR
dc.subject.enLeishmania braziliensispt_BR
dc.subject.enMacrophagespt_BR
dc.subject.enM1/M2 polarizationpt_BR
dc.subject.enEvasion mechanismspt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICASpt_BR
local.author.orcidhttps://orcid.org/0009-0004-1655-0477pt_BR
local.author.latteshttp://lattes.cnpq.br/0279964202003659pt_BR
local.advisor.latteshttp://lattes.cnpq.br/8211397644221503pt_BR
local.date.available2025-08-20-
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