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dc.contributor.advisorMontAlverne, Daniela Gardano Bucharles-
dc.contributor.authorSousa, Gyslane Felix-
dc.date.accessioned2025-02-03T12:57:29Z-
dc.date.available2025-02-03T12:57:29Z-
dc.date.issued2024-
dc.identifier.citationSOUSA, Gyslane Felix. Qual o melhor protocolo do teste Sit-To-Stand para avaliar a capacidade funcional de exercício em pacientes com insuficiência cardíaca?. 2024. 77 f. Dissertação (Mestrado em Fisioterapia e Funcionalidade) – Faculdade de Medicina, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2024. Disponível em: http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/79620. Acesso em: 03 fev. 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufc.br/handle/riufc/79620-
dc.description.abstractIntroduction: Recent studies have suggested using the one-minute sit-to-stand test (SST) as an alternative to the 6-minute walk test (6MWT), indicating that it can discriminate and predict the risk of a cardiovascular event in patients with coronary artery disease. The test can be easily performed in a variety of protocols, but there is still a gap for patients with heart failure (HF) within these test varieties. Objective: To verify the association and agreement of the 3 SST protocols and to analyze whether they are capable of predicting functional exercise capacity and quality of life in patients with HF. Methods: This is a cross-sectional research, carried out at the Cardiovascular Physiotherapy Service of the Cardiology Outpatient Clinic of HUWC - UFC, from October 2022 to November 2023. 56 patients diagnosed with HF with normal and reduced ejection fraction were studied and submitted to a clinical evaluation, application of the New York Heart Association (NYHA) functionality scale, TSL of 5 repetitions (TSL-5rep), of 30 seconds (TSL-30s) and of 1 minute (TSL-1min), 6-minute walk test (6MWT), Assessment of Quadriceps Muscle Strength (FMQ) and the Assessment of Quality of Life by the Minnesota Living with Heart Failure Questionnaire (MLHFQ). Considering that the outcomes of the TSL protocols were obtained in different units of measurement, the speed (number of repetitions per second) was used to analyze the 3 tests. Results: Of the 56 individuals, 29 (51.8%) were women, with a mean left ventricular ejection fraction (LVEF) of 50 15.7%, and 30 (53.6%) had reduced LVEF. It was observed that there is  correlation and good agreement between the three TSL protocols (p<0.001). It was also verified that in the 3 protocols the results obtained were below those expected for the population (p<0.05). In addition, a positive correlation (r>0.668) of the 3 tests with the 6MWT and with quality of life (p<0.05) was verified. Quadriceps strength did not show any correlation with the TSL-5rep (r=0.169). The ejection fraction (preserved or reduced) did not impact the result of the tests. Greater changes were observed in the variables of heart rate, peripheral oxygen saturation, systolic blood pressure, dyspnea and lower limb fatigue in the 1-min TSL (p<0.05). The 3 TSL protocols were able to identify subjects with impaired and preserved exercise capacity, but the 1-min TSL presented better discriminative values (AUC=0.629). Age, 6MWT, quality of life and quadriceps strength were able to predict performance in the 3 tests. Conclusion: A good association and agreement was observed between the 3 TSL protocols. In addition, all are able to predict functional exercise capacity in patients with HF; however, the 1- min TSL was the best protocol to evaluate individuals with HF, as it presented moderate associations with clinical outcomes.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsAcesso Embargadopt_BR
dc.titleQual o melhor protocolo do teste Sit-To-Stand para avaliar a capacidade funcional de exercício em pacientes com insuficiência cardíaca?pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.description.abstract-ptbrIntrodução: Estudos recentes sugeriram usar o teste sit-to-stand (TSL) de um minuto como uma alternativa ao teste de caminhada de 6 minutos (TC6), indicando que ele pode discriminar predizer o risco de um evento cardiovascular em pacientes com doença arterial coronariana. O teste pode ser facilmente realizado em uma variedade de protocolos, porém ainda existe uma lacuna para pacientes com insuficiência cardíaca (IC) dentro dessas variedades do teste. Objetivo: Verificar a associação e concordância dos 3 protocolos do TSL e analisar se eles são capazes de predizer a capacidade funcional de exercício e qualidade de vida em pacientes com IC. Métodos: Trata-se de uma pesquisa transversal, realizado no Serviço de Fisioterapia Cardiovascular do Ambulatório de Cardiologia do HUWC – UFC, no período de outubro de 2022 a novembro de 2023. Foram estudados 56 pacientes diagnosticados com IC com fração de ejeção normal e reduzida, e submetidos a uma avaliação clínica, aplicação da escala de funcionalidade do New York Heart Association (NYHA), TSL de 5 repetições (TSL-5rep), de 30 segundos (TSL-30s) e de 1 minuto (TSL-1min), Teste da caminhada de 6 minutos (TC6), Avaliação da Força Muscular do Quadríceps (FMQ) e a Avaliação da Qualidade de Vida pelo Minnesota Living with Heart Failure Questionnaire (MLHFQ). Considerando que os desfechos dos protocolos do TSL foram obtidos em unidades de medida diferentes, a velocidade (número de repetições por segundo foi utilizada para análise dos 3 testes. Resultados: Dos 56 indivíduos, 29 (51,8%) eram mulheres, com fração de ejeção ventricular esquerda (FEVE) média de 5015,7%, e 30 (53,6%) possuíam FEVE reduzida. Foi observado que existe correlação e uma boa concordância entre os três protocolos do TSL (p<0,001). Foi verificado também que nos 3 protocolos os resultados obtidos foram abaixo do previsto para a população (p<0,05). Além disso, foi verificado uma correlação positiva (r>0,668) dos 3 testes com o TC6 e com a qualidade de vida (p<0,05). A força do quadríceps não apresentou correlação com o TSL-5rep (r=0,169). A fração de ejeção (preservada ou reduzida) não impactou no resultado dos testes. Foram verificadas maiores alterações nas variáveis de frequência cardíaca, saturação periférica de oxigênio, pressão arterial sistólica, dispneia e fadiga de membros inferiores no TSL 1-min (p<0,05). Os 3 protocolos do TSL foram capazes de identificar sujeitos com capacidade de exercício prejudicada e preservada, porém o TSL-1min apresentou melhores valores discriminativos (AUC=0,629). A idade, TC6, qualidade de vida e força de quadríceps foram capazes de predizer o desempenho nos 3 testes. Conclusão: Foi verificado boa associação e concordância entre os 3 protocolos do TSL. Além disso, todos são capazes de predizer a capacidade funcional de exercício em pacientes com IC, entretanto, o TSL-1min apresentou-se como o melhor protocolo para avaliar indivíduos com IC, pois apresentou associações moderadas aos desfechos clínicos.pt_BR
dc.subject.ptbrInsuficiência Cardíacapt_BR
dc.subject.ptbrEstado Funcionalpt_BR
dc.subject.ptbrQualidade de Vidapt_BR
dc.subject.enHeart Failurept_BR
dc.subject.enFunctional Statuspt_BR
dc.subject.enQuality of Lifept_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONALpt_BR
local.author.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-3045-2502pt_BR
local.author.latteshttp://lattes.cnpq.br/8264139958519943pt_BR
local.advisor.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-9739-6878pt_BR
local.advisor.latteshttp://lattes.cnpq.br/3584422771001181pt_BR
local.date.available2027-01-29-
Aparece en las colecciones: PPGFISIO - Dissertações defendidas na UFC

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