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dc.contributor.authorSilva, Manuel Carlos-
dc.contributor.authorJorge, Ana Margarida dos Reis-
dc.date.accessioned2011-09-20T13:33:37Z-
dc.date.available2011-09-20T13:33:37Z-
dc.date.issued2008-
dc.identifier.citationSILVA, Manuel Carlos; JORGE, Ana Margarida dos Reis. Acção colectiva: condições, oportunidades e limites um estudo de caso sobre um assentamento do MST. Revista de Ciências Sociais, Fortaleza, v. 39, n. 1, p. 27-37, 2008.pt_BR
dc.identifier.issnBL 0041-8862-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/756-
dc.description.abstractWithin a social and sociological background which may provide the necessary conditions for emergency (or not) of collective action, the author tackles this issue by confronting several positions dealing with it, and enriching it with empirical data from a case history found on a settlement administered by the Movimento dos Trabalhadores sem Terra (MST) in the Sate of Pernambuco. These workers are grouped by the MST as an organization which questions the global logic found in the current stage of capitalist development. By collecting contributions from several neo(Marxist) and neo(Weberian) authors who deal with social movements, we defend as a fundamental issue the surviving and security imperative (Scott) and combine, following Bader’s trail, the various levels of analysis for collective action.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherRevista de Ciências Sociaispt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectMovimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terrapt_BR
dc.subjectMovimentos sociaispt_BR
dc.subjectAção coletiva (Processo civil)pt_BR
dc.subjectConsciência de Classept_BR
dc.titleAcção colectiva: condições, oportunidades e limites um estudo de caso sobre um assentamento do MSTpt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrTendo como pano de fundo a questão social e sociológica sobre quais as condições necessárias para a emergência (ou não) da acção colectiva, este artigo aborda esta questão confrontando diversas posições a este respeito, enriquecendo-a com dados empíricos de um estudo de caso num assentamento do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) no Estado de Pernambuco (Brasil). Estes trabalhadores surgem pelo MST com uma organização própria, questionando inclusive a lógica global inerente ao actual estádio do desenvolvimento capitalista. Recolhendo contributos de diversos autores (neo)marxistas e (neo) weberianos sobre movimentos sociais, assumimos todavia como básico o imperativo da sobrevivência e segurança (Scott) e combinamos, na esteira de Bader, os diversos níveis de análise da acção colectiva.pt_BR
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