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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorLemos, José de Jesus Sousa-
dc.contributor.authorDiógenes, Cinthya Maria Bezerra-
dc.date.accessioned2022-06-13T19:34:03Z-
dc.date.available2022-06-13T19:34:03Z-
dc.date.issued1992-
dc.identifier.citationDIÓGENES, Cinthya Maria Bezerra. Fontes de crescimento e modernização da agricultura no Nordeste. 1992. 46 f. Dissertação (Mestrado em Economia Rural) – Centro de Ciências Agrárias, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 1992. Disponível em: http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/66418. Acesso em: 24 jun. 2022.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/66418-
dc.descriptionEste documento está disponível online com base na Portaria nº 348, de 08 de dezembro de 2022, disponível em: https://biblioteca.ufc.br/wp-content/uploads/2022/12/portaria348-2022.pdf, que autoriza a digitalização e a disponibilização no Repositório Institucional (RI) da coleção retrospectiva de TCC, dissertações e teses da UFC, sem o termo de anuência prévia dos autores. Em caso de trabalhos com pedidos de patente e/ou de embargo, cabe, exclusivamente, ao autor(a) solicitar a restrição de acesso ou retirada de seu trabalho do RI, mediante apresentação de documento comprobatório à Direção do Sistema de Bibliotecas-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectDesenvolvimento ruralpt_BR
dc.subjectAgricultura - Modernizaçãopt_BR
dc.subjectProdutividade agrícolapt_BR
dc.titleFontes de crescimento e modernização da agricultura no Nordestept_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.description.abstract-ptbrNesta pesquisa, enfocou-se o desenvolvimento rural do Nordeste através de um estudo das fontes de crescimento da receita dos produtores regionais. Para isso desdobrou-se a renda em seus principais componentes: preço, produtividade e área. A produção agrícola regional foi segmentada em cinco subsetores: produtos de subsistência, produtos de exportação, produtos industriais, hortaliças e frutas. Além disso, utilizaram-se alguns indicadores de tecnologia para a agricultura do Nordeste. A partir dos resultados obtidos verificou-se que houve uma taxa negativa de crescimento na receita da maioria dos produtores agrícolas, sendo que, nos produtos de subsistência observou-se uma queda mais acentuada decorrente, principalmente, dos elevados decréscimos em seus preços. Entre as hortaliças, o tomate nos estados do Ceará e Paraíba foi a que registrou melhores taxas de crescimento das receitas para seus produtores. As produtividades das culturas nos estados, em geral, também apresentaram desempenho insatisfatório nas culturas estudadas. Porém naqueles estados, em que houve maior emprego de tecnologia e insumos modernos, observaram-se melhores taxas de crescimento da produtividade, como o caso da Bahia com as culturas de cacau, algodão, tomate e frutas; Sergipe com o fumo; Pernambuco e Alagoas com os produtos de subsistência. Ao contrário, nos estados como Maranhão, Piauí e Paraíba as produtividades das lavouras não apresentaram melhores resultados porque houve pouca utilização dos insumos modernos. Esses resultados decorrem do fato da região Nordeste apresentar dificuldades estruturais no que se refere a posse e o uso da terra em que predomina uma alta concentração fundiária. Além disso. utilização de políticas inadequadas; baixa renda dos produtores rurais; índices reduzidos de produtividade devido à ausência de melhores alternativas tecnológicas, e a existência intensa do movimento migratório para os grandes centros urbanos do Nordeste e de outras regiões.pt_BR
Aparece nas coleções:DEA - Dissertações defendidas na UFC

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