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http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/56285
Tipo: | Resumo |
Título: | Preservar também é coisa de criança (Penso Verde CP.2016 PJ. 0292) |
Autor(es): | Correia, Emanuel Juary Silva Sanches Rodrigues, Luana Barroso Alves, Chrislainne Zandavalli, Roberta Boscaini |
Palavras-chave: | Arborização das cidades;Educação ambiental;Fitogeografia |
Data do documento: | 2016 |
Instituição/Editor/Publicador: | Universidade Federal do Ceará |
Citação: | CORREIA, Emanuel Juary Silva Sanches; RODRIGUES, Luana Barroso; ALVES, Chrislainne; ZANDAVALLI, Roberta Boscaini. Preservar também é coisa de criança (Penso Verde CP.2016 PJ. 0292). Revista Encontros Universitários da UFC, Fortaleza, v. 1, n. 1, 2016. (Encontro de Extensão, 25) |
Resumo: | Na arborização urbana de Fortaleza das 219 espécies usadas, 158 são espécies exóticas e 61 nativas. Esse dado é alarmante, pois as espécies exóticas invasoras são consideradas a segunda maior causa de extinção de espécies no planeta, afetando diretamente a biodiversidade, a economia e a saúde humana. Mesmo com toda essa importância, a população no geral não tem conhecimento do tipo de espécie que está sendo plantada e qual o impacto dessa espécie no ambiente. Assim sendo, esse trabalho de extensão tem como objetivo geral conscientizar das crianças sobre os impactos do plantio de árvores exóticas na arborização. Com isso, espera-se ajudar no desenvolvimento do espírito crítico para que elas se tornem adultos mais conscientes. Depois seleção e visitação da escola, foi feita uma atividade com estudantes de 9 a 11 anos da Escola Municipal Adroaldo Teixeira Castelo. Nessa atividade, primeiramente expomos fotos de espécies exóticas e nativas explicando a diferença entre elas. Após a explicação geral, foi salientada a espécie Azadirachta indica (nim indiano), a qual causa redução da diversidade de plantas e de insetos. Assim que foram feitas as explicações, foi pedido aos estudantes que desenhassem ou escrevessem as diferenças entre exóticas e nativas e os benefícios e malefícios da A. indica. Como resultados, das cinco escolas que inicialmente foram contactadas, apenas uma deu resposta positiva. Nenhum dos estudantes sabia a diferença entre plantas nativas e exóticas. Nos desenhos realizados pelos estudantes, observa-se que eles conseguiram distinguir os efeitos positivos e negativos da espécie exótica. Os conceitos negativos e positivos que mais foram relatados nos desenhos foram a competição, a destruição das calçadas e o sombreamento. Para esse trabalho ainda serão realizadas palestras sobre educação ambiental e o plantio de mudas nativas ao entorno da escola. |
URI: | http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/56285 |
Tipo de Acesso: | Acesso Aberto |
Aparece nas coleções: | ENEX - Resumo de trabalhos apresentados em eventos |
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