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Tipo: Tese
Título: Riparina III é uma droga promissora no tratamento da depressão?
Título em inglês: Is riparin a promising drug in the treatment of depression?
Autor(es): Mallmann, Auriana Serra Vasconcelos
Orientador: Sousa, Francisca Cléa Florenço de
Palavras-chave: Depressão;Corticosterona;Estresse Oxidativo;Citocinas
Data do documento: 19-Jun-2019
Citação: MALLMANN, A. S. V. Riparina III é uma droga promissora no tratamento da depressão? 2019. 90 f. Tese (Doutorado em Farmacologia) – Faculdade de Medicina, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2019.
Resumo: O estresse está crucialmente relacionado à fisiopatologia dos transtornos do humor, incluindo a depressão. Como não há terapia eficaz, a pesquisa sobre novas substâncias é fundamental. Em roedores, vários achados indicaram que a administração de corticosterona induz aspectos comportamentais e neuroquímicos da depressão. Recentemente, Riparina III (Rip III) mostrou propriedades antidepressivas em ensaios realizados em modelos animais. Assim, nosso objetivo foi investigar os efeitos de Rip III em testes comportamentais, níveis de monoaminas, expressão de AMPA e ERK, estresse oxidativo e níveis de citocinas no modelo de depressão crônico induzido por corticosterona. Para isso, camundongos swiss foram tratados com administração subcutânea de corticosterona por 21 dias. Além disso, nos últimos 7 dias, Rip III ou fluvoxamina (Flu) também foram administrados por via oral (VO) em grupos de teste específicos. Grupos controle receberam injeções de salina subcutâneas ou água destilada VO. No final da linha do tempo, os animais foram sacrificados e as áreas hipocampo (HIP), córtex pré-frontal (CPF) e corpo estriado (CE) dissecados para análise neuroquímica. As alterações cerebrais após indução de estresse foram confirmadas e Rip III reverteu as alterações comportamentais e neuroquímicas induzidas por corticosterona. Nossos resultados destacaram o potencial farmacológico antidepressivo, ansiolítico, antioxidante e antiinflamatório de Rip III.
Abstract: Stress is crucially related to the pathophysiology of mood disorders, including depression. Since there is no effective therapy, research on new substances is paramount. In rodents, several findings have indicated that corticosterone administration induces behavioral and neurochemical aspects of depression. Recently, riparin III (Rip III) has shown antidepressant-like properties in trials performed on animal models. Thus, our goal was to investigate the Rip III effects in behavioral tests, monoamines levels, expression of AMPA and ERK, oxidative stress and cytokines levels in chronic corticosterone-induced model of depression. To do this, swiss mice were treated with subcutaneous administration of corticosterone for 21 days. In addition, for the last 7 days, Rip III or fluvoxamine were also administered per os in specific test groups. Control groups received subcutaneous saline injections or distilled water per os. At the end of the timeline, the animals were killed and their hippocampi, prefrontal cortex, and striatum dissected for neurochemical analysis. Brain changes following corticosterone administration were confirmed, and Rip III could reversed the most abnormal behavioral and neurochemical corticosterone-induced alterations. Our results highlighted the antioxidant, anti-inflammatory, anxiolytic and antidepressant pharmacological potential of Rip III.
URI: http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/56052
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