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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorMoreira, Carlos Américo Leite-
dc.contributor.authorLopes, Luana Maria Rufino-
dc.date.accessioned2021-01-14T18:45:19Z-
dc.date.available2021-01-14T18:45:19Z-
dc.date.issued2020-
dc.identifier.citationLOPES, Luana Maria Rufino. O perímetro irrigado Jaguaribe - Apodi no contexto do neoextrativismo na América Latina. 2020. 32 f. Monografia (Graduação em Economia Ecológica) - Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2020.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/56034-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectNeoextrativismopt_BR
dc.subjectAmérica Latinapt_BR
dc.subjectConflitospt_BR
dc.titleO perímetro irrigado Jaguaribe - Apodi no contexto do neoextrativismo na América Latinapt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.description.abstract-ptbrA situação atual do extrativismo na América Latina vem levantado inúmeros debates, que vão desde questões ambientais, sociais, políticos a econômicas. Muitos governos latinos adotaram o extrativismo como única forma de crescimento econômico, e acabaram levando suas nações a uma total dependência financeira internacional, esse novo modelo extrativista é definido como neoextrativismo. Este estudo busca apresentar as principais características desse novo modelo, como ele vem se desenvolvendo na América Latina e principalmente no Brasil, e suas consequências, ambientais, sociais e econômicas. Um exemplo desse modelo de acumulação são os perímetros públicos irrigados e um dos principais problemas apresentados por esse modelo são: a destruição da natureza, desvalorização de formas de vida tradicionais, conflitos territoriais, e fragilidade econômica, demonstrando que esse modelo econômico é insustentável, tanto ecologicamente quanto economicamente, já que faz uso indiscriminado dos recursos naturais. Sendo necessário a criação de um novo modelo que leve em consideração os agentes sociais e ambientais, visando um desenvolvimento sustentável, e não apenas o crescimento econômico onde poucos podem se beneficiar.pt_BR
dc.description.abstract-esLa situación actual del extractivismo en América Latina ha suscitado numerosos debates, que van desde temas ambientales, sociales, políticos y económicos. Muchos gobiernos latinos adoptaron la extracción como única forma de crecimiento económico, y terminaron llevando a sus naciones a una total dependencia financiera internacional, este nuevo modelo extractivo se define como neoextracción. Este estudio busca presentar las principales características de este nuevo modelo, cómo se viene desarrollando en América Latina y especialmente en Brasil, y sus consecuencias, ambientales, sociales y económicas. Um ejemplo de este modelo de acumulación es el público regado y uno de los principales problemas que presenta este modelo es: la destrucción de la naturaleza, la devaluación de formas de vida tradicionales, los conflictos territoriales y la fragilidad económica, demostrando que este modelo económico es insostenible, tanto ecológica como económicamente, ya que hace un uso indiscriminado de los recursos naturales. Es necesario crear un nuevo modelo que tenga en cuenta a los agentes sociales y ambientales, apuntando al desarrollo sostenible, y no solo al crecimiento económico donde pocos pueden beneficiarse.pt_BR
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