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dc.contributor.authorSilva, Sarah Pinho da-
dc.contributor.authorSantos, Allana Letticia dos-
dc.date.accessioned2020-07-30T19:30:15Z-
dc.date.available2020-07-30T19:30:15Z-
dc.date.issued2020-
dc.identifier.citationSILVA, Sarah Pinho da; SANTOS, Allana Letticia dos. União das Mulheres Cearenses: eu sozinha ando bem, mas com você ando melhor. Revista Em Perspectiva, Fortaleza, v. 6, n. 1, p. 10-25, 2020.pt_BR
dc.identifier.issn2448-0789-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/53202-
dc.description.abstractDuring the Brazilian military dictatorship, established in 1964, various organizations emerged to combat the repressive regime. These institutions were persecuted and many of them annihilated by the dictatorship. Amid the persecutions, arrests and tortures that marked the history of the military regime, the movement known as the Second Wave of Feminism reemerged in Brazil in the mid-1970s. After this, different feminist organizations were created in the country. In Ceará, the first one created was the Ceará Women's Union, developed in 1979, which sought to combine the feminist struggles with the demands of fighting the military dictatorship and the class struggles. Thus, we analyzed the emergence process of the organization, its discussion agendas, the adhesions to the movement and the relevance of the organization for the advancement of feminisms in Ceará. Through the narratives of the women who integrated the organization and the dialogue with the Oral History, which allowed the access to the discussions about the memory, the identification and the subjectification process of these subjects, it was observed, therefore, the relevance of this entity for the subjects of Ceará’s feminisms.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherRevista Em Perspectivapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectDitadura Militarpt_BR
dc.subjectGêneropt_BR
dc.subjectUnião de Mulheres Cearensespt_BR
dc.titleUnião das Mulheres Cearenses: eu sozinha ando bem, mas com você ando melhorpt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrDurante a ditadura militar brasileira, instaurada em 1964, surgiram várias organizações que tinham por intuito combater o regime repressor. Essas instituições foram perseguidas e, muitas delas, aniquiladas pela ditadura. Em meio às perseguições, prisões e torturas, que marcaram a história do regime militar, ressurgiu, no Brasil, em meados da década de 1970, o movimento chamado de Segunda Onda do Feminismo. A partir disso, foram criadas, no país, diferentes organizações feministas, no Ceará, a primeira delas foi a União de Mulheres Cearenses, criada em 1979, que buscou aliar a luta feminista às demandas do combate à ditadura militar e à luta de classes. Dessa forma, analisou-se o processo de surgimento da organização, suas pautas de discussões, as adesões ao movimento e a relevância da organização para o avanço dos feminismos no Ceará. Através das narrativas das mulheres, que integraram a organização, e o diálogo com a História Oral, a qual permitiu o acesso às discussões acerca da memória, a identificação e o processo de subjetivação desses sujeitos, observou-se, portanto, a relevância dessa entidade para os feminismos cearenses.pt_BR
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