Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/52173
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorJamison, Kaline Girão-
dc.contributor.authorSantos, Letícia Adriana Pires Ferreira dos-
dc.date.accessioned2020-06-06T01:51:41Z-
dc.date.available2020-06-06T01:51:41Z-
dc.date.issued2013-
dc.identifier.citationJAMISON, Kaline Girão; SANTOS, Letícia Adriana Pires Ferreira dos. Violência: a categorização de homens e mulheres cearenses. Revista Signo, Santa Cruz do Sul (RS), v. 38, n. 65, p. 54-69, jul./dez. 2013.pt_BR
dc.identifier.issn1982-2014-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/52173-
dc.description.abstractViolence can be considered one of the most elusive and difficult concepts to be defined within the social sciences and perceive themselves little discussion from the point of view of language. In our work, we find the way of structuring the category VIOLENCE, as well as the scales of prototypicality from specimens mentioned by men and women of Ceará. Thus, based on the Theory of Categorization Rosch (1970) and Theory of prototypes Lakoff (1987), had the objective of determining if there were significant differences between the scales of category prototypicality that had been identified in two distinct groups: of men and women Ceará. We adopt, as a theoretical, postulates Rosch, Gray and Boyes-Braem (1976a), Lakoff (1987), Eysenck and Keane (1994), Medin and Ross (1996), Jacob and Shaw (1998) among others. We note that the specimens cited by women and men, in the questionnaires to define the category VIOLENCE if presented differently, confirming one of our hypotheses: the man Ceará is considered "goat plague", macho man, which makes more evident the physical than psychological. The results revealed that while the group of men the most salient example was the submodel metonymic PHYSICAL FORCE, the females had specimens that were included on submodel metonymic PSYCHOLOGICAL FORCE.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherRevista Signopt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectTeoria de Categorizaçãopt_BR
dc.subjectTeoria dos protótipospt_BR
dc.subjectViolênciapt_BR
dc.subjectCategorizaçãopt_BR
dc.subjectPrototipicidadept_BR
dc.subjectGênerospt_BR
dc.titleViolência: a categorização de homens e mulheres cearensespt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrviolência pode ser considerada um dos conceitos mais evasivos e difíceis de serem definidos dentro da área das ciências sociais e percebem-se poucas discussões do ponto de vista da linguagem. Em nosso trabalho, verificamos o modo de estruturação da categoria VIOLÊNCIA, assim como as escalas de prototipicidade a partir de exemplares apontados por homens e mulheres cearenses. Assim, baseando-nos na Teoria de Categorização de Rosch (1975) e na Teoria dos protótipos de Lakoff (1987), citados por Macedo; Feltes; Farias (2008), tivemos o objetivo de verificar se havia diferenças significativas entre as escalas de prototipicidade da categoria que haviam sido apontadas em dois grupos distintos: de homens e de mulheres cearenses. Adotamos, como referencial teórico, os postulados de Rosch (1975), Lakoff (1987) apud Macedo; Feltes; Farias (2008),, Jacob e Shaw (1998) entre outros. Constatamos que os exemplares citados por homens e mulheres, nos questionários para definir a categoria VIOLÊNCIA, se apresentaram de forma diferenciada, confirmando uma de nossas hipóteses: o homem cearense é tido como “cabra de peste”, homem macho, que torna evidente mais a violência física do que a violência psicológica. Os resultados revelaram que enquanto no grupo de homens o exemplar mais saliente constituiu o submodelo metonímico de FORÇA FÍSICA, o feminino apresentou exemplares que se enquadravam no submodelo metonímico de FORÇA PSICOLÓGICA.pt_BR
dc.title.enViolence: a categorization of men and women from Cearápt_BR
Aparece nas coleções:PPGL - Artigos publicados em revistas científicas

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
2013_art_kgjamisonlapfsantos.pdf354,79 kBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.