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dc.contributor.authorLima Junior, Maurilio Machado-
dc.date.accessioned2020-06-04T18:10:28Z-
dc.date.available2020-06-04T18:10:28Z-
dc.date.issued2018-
dc.identifier.citationMANNING, Erin. Por um senso vazante do self. Tradução de: LIMA JUNIOR, Maurilio Machado. Vazantes – Revista do Programa de Pós-graduação em Artes, Fortaleza, v. 2, n. 2, p. 5-17, 2018.pt_BR
dc.identifier.issn2594-5491-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/52136-
dc.description.abstractIn Esther Bick’s psychoanalytic theory, the infant’s relation to the world is mediated by the skin’s capacity to serve as a container for experience. As the infant develops, containment increasingly expresses cohesion of self, as fostered by the continued interaction with the caretaker. Through an emphasis on particular forms of interaction – forms that specifically involve skin-to-skin touch – an infant is given the receptacle necessary for eventual interactive self-sufficiency. But what if the skin were not a container? What if the skin were not a limit at which self begins and ends? What if the skin were a porous, topological surfacing of myriad potential strata that field the relation between different milieus, each of them a multiplicity of insides and outsides? This article explores these questions through Daniel Stern’s account of infancy.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherVazantes – Revista do Programa de Pós-Graduação em Artespt_BR
dc.subjectBick, Esther, 1902-1983pt_BR
dc.subjectInvólucro contentorpt_BR
dc.subjectPelept_BR
dc.subjectStern, Daniel, 1957-pt_BR
dc.titlePor um senso vazante do selfpt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrNa teoria psicanalítica de Esther Bick, a relação do bebê com o mundo é mediada pela capacidade da pele de servir como um invólucro contentor da experiência (container). No decorrer do desenvolvimento do bebê essa contenção (containment) passa a exprimir cada vez mais a coesão do self, fomentado pela contínua interação com quem lhe presta cuidados. Através da ênfase em formas particulares de interação – formas que envolvem especificamente o contato pele-com-pele – o bebê constitui o receptáculo necessário para a sua eventual autossuficiência interativa. Mas e se a pele não fosse um invólucro contentor? E se a pele não fosse um limite no interior do qual o self começa e termina? E se a pele fosse uma superfície porosa e topológica, composta de uma infinidade de estratos potenciais capazes de organizar a relação entre diferentes ambientes, cada qual uma multiplicidade de dentros e foras? Este artigo explora essas questões e o faz com base no pensamento de Daniel Stern sobre a infância.pt_BR
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