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dc.contributor.authorVieira, Maria Alveni Barros-
dc.contributor.authorCarvalho, Thatianny Jasmine Castro Martins de-
dc.date.accessioned2020-05-18T17:38:26Z-
dc.date.available2020-05-18T17:38:26Z-
dc.date.issued2018-
dc.identifier.citationVIEIRA, Maria Alveni Barros; CARVALHO, Thatianny Jasmine Castro Martins de. Os mestres-escolas e as tiranias do tempo. In: CONGRESSO DE HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO DO CEARÁ, 17., 20-23 set. 2018. Sobral (CE), Anais... UFC: Fortaleza (CE): UFC, 2018.p. 415-425. Tema: Tecnologias da Educação: passado, presente, futuro.pt_BR
dc.identifier.issn2237-2229-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/51789-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherUFCpt_BR
dc.subjectMestres-escolaspt_BR
dc.subjectSertão do Piauípt_BR
dc.subjectEducação utilitáriapt_BR
dc.titleOs mestres-escolas e as tiranias do tempopt_BR
dc.typeArtigo de Eventopt_BR
dc.description.abstract-ptbrEm fins do século XIX e início do século XX, a escola oferecida pelo governo, assim como os serviços da escola particular, só conseguiram beneficiar crianças dos centros mais populosos do território brasileiro. Nas pequenas vilas, sítios e povoados, afastados desses centros, o processo de escolarização acontecia sob a responsabilidade direta das famílias que lançavam mão de formas variadas de ensino para que seus filhos fossem iniciados no mundo dos letrados. O presente trabalho tem como objeto de estudo uma das formas alternativas de escolarização da criança institucionalizada pelas famílias piauienses no período em estudo, qual seja, as práticas educativas dos mestres-escolas. Busca-se, portanto, compreender as atividades de ensino dos mestres-escolas Belarmino Bola-de-Ouro, Higino Gregório dos Santos e João Alves, refletindo sobre a formação, a didática de ensino e os materiais escolares por eles utilizados na tarefa de desasnar crianças e jovens no sertão do Piauí. A fonte de pesquisa utilizada neste trabalho é o livro de memórias Velhas Escolas Grandes Mestres de Antônio Sampaio Pereira (1996). As análises foram construídas tomando como ponto de ancoragem reflexiva a noção de criatividade dispersa delineada por Michel de Certeau (1996) para explicar a variedade de táticas utilizadas por esses mestres em suas atividades cotidianas de ensinar crianças e jovens a ler, escrever e contar, além de outros conhecimentos práticos e necessários à sobrevivência naquele sertão. E, principalmente, a criatividade perseverante para resistir e insistir em desempenhar o ofício em tempo e circunstâncias que já não lhes reconhecia o valor.pt_BR
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