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dc.contributor.authorSá, Maria Adísia Barros de-
dc.date.accessioned2020-03-23T12:10:09Z-
dc.date.available2020-03-23T12:10:09Z-
dc.date.issued1972-
dc.identifier.citationSÁ, Maria Adísia Barros de. Intersubjetividade ou comunicação das consciências. Revista de Comunicação Social, Fortaleza (CE), v. 02, n. 1/2, p. 47-60, 1972.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/50820-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherRevista de Comunicação Socialpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectIntersubjetividadept_BR
dc.subjectComunicação - Aspectos psicológicospt_BR
dc.subjectConsciênciapt_BR
dc.titleIntersubjetividade ou comunicação das consciênciaspt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrO homem é indívísivel . O homem é indivisível. Como um todo é que o homem existe (a expressão "todo" deve ser tomada em toda sua extensão: corpo, espírito, inteligência, vontade, afetividade, ação). O homem é concreto. O homem é concreto. Como um ente do mundo e no mundo, a existência do homem é palpável e visível, real e cognoscível. SIgnifica dizer que o homem é o único existente, em relação à humanidade. Porque "humanidade" é entidade abstrata e só se realiza e acontece e se materializa no homem. O homem é indlvisível e concreto. Quando eu digo que o homem é índívísível, estarei afirmando que os sujeitos são estanques, absolutos em si? Como falar-se - se eu estivera dizendo que os sujeitos são absolutos, então, em História da Humanidade? Como entender-se, então, esta mesma História que nos mostra os homens comunicando-se através do tempo?[...]pt_BR
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