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dc.contributor.authorAraújo, Guilherme Pedrosa Carvalho de-
dc.date.accessioned2019-12-23T19:19:01Z-
dc.date.available2019-12-23T19:19:01Z-
dc.date.issued2019-
dc.identifier.citationARAÚJO, Guilherme Pedrosa Carvalho de. Jogo é coisa de menino: a discriminação em League of Legends. In: PARODE, Fabio Pezzi; JERÔNIMO, Francisco Rafael Mesquita; ZAPATA, Maximiliano Oscar (orgs). Semiótica da diversidade: devires minoritários e linhas de fuga. Porto Alegre: Editora Fi, 2019. p. 215-228.pt_BR
dc.identifier.isbn978-85-5696-692-6-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/49034-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherEditora FIpt_BR
dc.subjectTecnologiapt_BR
dc.subjectJogospt_BR
dc.subjectHomossexualismopt_BR
dc.titleJogo é coisa de menino: a discriminação em League of Legendspt_BR
dc.typeCapítulo de Livropt_BR
dc.description.abstract-ptbrLeague of Legends é um jogo pertencente ao gênero MOBA da desenvolvedora Riot Games, lançado em 2009. A sigla MOBA significa Multiplayer Online Battle Arena (arena de batalha online de multijogadores, em tradução livre) e caracteriza um estilo de jogo em que normalmente existem dois times adversários compostos de cinco jogadores, cujo objetivo é invadir e destruir o território inimigo. O jogo, que em 2017 contava com mais de 100 milhões de jogadores2, se tornou um fenômeno em escala mundial, deixando de ser um entretenimento caseiro para se tornar uma profissão, graças ao cenário competitivo e à popularização dos serviços de streaming, como o twitch, que transmitem ao vivo as partidas dos jogos.[...]pt_BR
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