Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/48850
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorParente Júnior, Paulo Alves-
dc.contributor.authorMartins, Karla Patricia Holanda-
dc.date.accessioned2019-12-18T14:54:50Z-
dc.date.available2019-12-18T14:54:50Z-
dc.date.issued2016-
dc.identifier.citationPARENTE JÚNIOR, Paulo Alves; MARTINS, Karla Patricia Holanda. Musicalidade e constituição subjetiva: um estudo psicanalítico. Revista Encontros Universitários da UFC, Fortaleza, v. 1, n. 1, 2016. (Encontro de Pesquisa e Pós-Graduação, 9).pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/48850-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Cearápt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectMusicalidadept_BR
dc.subjectRepresentação sonorapt_BR
dc.subjectConstituição subjetivapt_BR
dc.titleMusicalidade e constituição subjetiva: um estudo psicanalíticopt_BR
dc.typeResumopt_BR
dc.description.abstract-ptbrA música em seu aspecto mais elementar está presente desde a fundação do mundo para cada humano. Ao bebê é transmitido um mundo que guarda as propriedades do continuo e do descontínuo desde o encontro com a voz maternal. Esta pesquisa visa situar o papel da musicalidade na construção de uma teoria da constituição subjetiva. Para isto, busca-se inicialmente retomar os textos proto-fundadores da metapsicologia freudiana, especialmente localizados na última década do século XIX. Enseja-se revisitar alguns momentos germinais da abordagem de Freud acerca da representação sonora, com arrimo em suas construções em torno da voz e do ritmo. Freud parte de uma teoria representacional fundada no fenômeno acústico e na linguagem que será posteriormente sedimentada em uma metapsicologia que leva em conta o trabalho pulsional. Em seguida, adentraremos na questão crucial que remete ao estatuto do aquém ou do além do símbolo em psicanálise, passando pelas relações entre o pré-verbal e a linguagem, a música e a palavra. Com arrimo nas considerações de Didier-Weill sobre a música, trataremos, no terceiro momento, da constatação da eficácia subjetivante envolta na musicalidade da voz a que a criança tem acesso antes mesmo de compreender o sentido das palavras. Uma vez que, o tempo lógico da constituição subjetiva não se completará sem o esquecimento do timbre originário da voz do Outro, a música representará uma via de elaboração da nostalgia da voz e, ao mesmo tempo, uma comemoração da articulação imemorável do simbólico sobre o real.pt_BR
Aparece nas coleções:EPPG - Resumo de trabalhos apresentados em eventos

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
2016_resumo_eve_papjunior.pdf48,83 kBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.