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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.authorMarques, Rodrigo de Albuquerque-
dc.date.accessioned2019-12-09T13:35:13Z-
dc.date.available2019-12-09T13:35:13Z-
dc.date.issued2019-
dc.identifier.citationMARQUES, Rodrigo de Albuquerque. A filosofia de um trovador nordestino. In: BRITO, Antonio Iraildo Alves de; PINHEIRO, Maria do Socorro. Um sertão encantado: homenagem aos 110 anos de Patativa do Passaré. São Paulo, SP: Árvore Digital Editora, 2019. p. 220-231.pt_BR
dc.identifier.isbn978-85-6-897734-7-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/48248-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherÁrvore Digital Editorapt_BR
dc.subjectPatativa, do Assaré, 1909-2002pt_BR
dc.subjectCultura e linguagempt_BR
dc.subjectLiteratura popularpt_BR
dc.subjectPoéticapt_BR
dc.titleA filosofia de um trovador nordestinopt_BR
dc.typeCapítulo de Livropt_BR
dc.description.abstract-ptbrPatativa do Assaré, sempre ao se apresentar, fazia questão de associar as tarefas do agricultor com a do poeta. A dupla condição de caboclo da roça e de trovador compunha uma visão de mundo ao mesmo tempo singela e complexa, marcada por uma consciência de classe contestatória e atraente, mas conformada por uma visão providencialista e maniqueísta da História. Neste impasse parece residir os limites, não só de Patativa, mas de toda a poesia insubmissa que vemos, de tempo em tempos, eclodir na veia popular. O presente estudo procura delinear os pressupostos do que seria aquela visão de mundo presente no principal livro de Patativa: Cante Lá que eu canto cá (1978), cujo subtítulo dá o mote para este ensaio: "filosofia de um trovador nordestino". Por óbvio, não era propósito do poeta sistematizar um pensamento filosófico cerrado e tributário às tradições filosóficas do Ocidente. "Filosofia" aparece aqui no sentido que advém da expressão do senso comum "filosofia de vida", sinônimo de sabedoria, de razão para conduzir bem os desafios do viver. Contudo, a nossa reflexão aqui procura investigar as bases desta sabedoria por meio de categorias retiradas dos estudos da linguagem, do Marxismo e da filosofia da história, justamente para traçar um esboço mais sistematizado de uma possível "filosofia de um trovador nordestino". De forma didática, escolhemos três eixos de problematização: 1°)A linguagem matuta dos poemas e a constituição de uma episteme para a "filosofia do trovador"; 2°) O trabalho na roça como marca ontológica do próprio "poeta filósofo"; 3°) Visão maniqueísta e providencialista da História como limitador de uma práxis efetiva e emancipatória.[...]pt_BR
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