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dc.contributor.authorChagas, Andrezza Carvalho-
dc.contributor.authorPinheiro, Lidriana de Souza-
dc.date.accessioned2019-11-22T14:25:52Z-
dc.date.available2019-11-22T14:25:52Z-
dc.date.issued2016-
dc.identifier.citationCHAGAS, Andrezza Carvalho; PINHEIRO, Lidriana de Souza. Estágios morfodinâmicos e sua relação com os riscos associados. Revista Encontros Universitários da UFC, Fortaleza, v. 1, n. 1, 2016. (Encontro de Iniciação Acadêmica, 1)pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/47891-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectFormas praiaispt_BR
dc.subjectCorrente de retornopt_BR
dc.subjectSegurançapt_BR
dc.titleEstágios morfodinâmicos e sua relação com os riscos associadospt_BR
dc.typeResumopt_BR
dc.description.abstract-ptbrO ambiente praial é caracterizado como um produto da interação entre a energia das ondas incidentes e das propriedades geológicas e geomorfológicas da zona costeira. Além disso, é um ambiente de recreação, lazer e ponto turístico, com crescente especulação imobiliária, podendo apresentar riscos associados à morfodinâmica da praia, motivando estudos de riscos como ferramenta de gestão. Morfodinâmica praial são mudanças morfológicas e dinâmicas na praia, sendo resultado de forças de ondas e marés que atritam o sedimento e modificam sua forma. O presente estudo visa analisar os estágios praiais e os processos responsáveis por essas mudanças na costa do Ceará, relacionando-os com os riscos para os usuários. Para isso, foi feito uma revisão bibliográfica do tema e uma classificação dos riscos associados à dinâmica praial. Os estágios morfodinâmicos e os índices de riscos foram baseados nos estabelecidos por Wright & Short (1984), que são associados aos diferentes níveis de influências das marés e ondas. Foram compilados trabalhos realizados na costa do Ceará entre os anos 2000 e 2016 e extraídos os estágios morfodinâmicos. Paralelamente foram levantados dados do número de usuário das praias e dos percentuais de acidentes emitidos pelo corpo de bombeiros. O resultado mostrou que praias que apresentam morfodinânima intermediária exibem maiores riscos aos usuários, com a presença de bancos paralelos a linha de costa e cavas que favorecem a formação da corrente de retorno (rip current). O número de usuários potencializa os riscos, principalmente quando os usuários não são moradores locais. Devido aos extremos de dissipativo e reflectivo, caracterizado por bancos de areia na praia relacionado com a declividade da praia, da granulometria e da energia de ondas. Para prevenir afogamentos são necessárias ferramentas de gestão para o avanço da segurança nas praias, como o uso de bandeiras de sinalização, presença de salva-vidas e instruções de como sair dessas correntes.pt_BR
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