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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.authorFries, Alana-
dc.date.accessioned2019-10-03T13:34:30Z-
dc.date.available2019-10-03T13:34:30Z-
dc.date.issued2019-
dc.identifier.citationFRIES, Alana. Multilingual Brazil: language resources, identities and ideologies in a globalized world. Revista Entrepalavras, Fortaleza, ano 9, v. 9, n. 2, p. 513-520, maio/ago. 2019. Resenha da obra de: CAVALCANTI, Marilda do Couto; MAHER, Terezinha Machado (orgs.). Multilingual Brazil: language resources, identities and ideologies in a globalized world. Nova York: Routledge, 2018. 259p.pt_BR
dc.identifier.issn2237-6321-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/46456-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherRevista Entrepalavraspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectMultilinguismopt_BR
dc.subjectMultilinguismo e literaturapt_BR
dc.titleResenha de Multilingual Brazil: language resources, identities and ideologies in a globalized worldpt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrOrganizado por Marilda Cavalcanti e Terezinha Maher, Multilingual Brazil: Language Resources, Identities and Ideologies in a Globalized World (2018) está entre os mais recentes lançamentos da série Critical Studies in Multilingualism da editora Routledge. Vinte e sete pesquisadoras e pesquisadores assinam os textos que compõem o volume, dedicado a apresentar ao público anglófono tendências e percursos investigativos contemporâneos no campo do multilinguismo no Brasil. Não por acaso o subtítulo situa o Brasil multilíngue “em um mundo globalizado”: predomina nos relatos de pesquisa reunidos no volume o entendimento de que não mais é possível dar conta de fenômenos e práticas de linguagem no mundo social sem atenção a processos responsivos aos novos paradigmas políticos, sociais, econômicos e culturais da era global. Esse recorte não apenas traz à tona temáticas-chave como mobilidade, pós-nacionalismo, letramentos digitais, identidades híbridas etc., mas também demanda a adoção de uma “noção antiessencialista de língua”. Assim, se aceitarmos, conforme demonstrado nos estudos apresentados no livro, que o “multilinguismo não pode mais ser interpretado como a simples coexistência de um conjunto de línguas num espaço estático, harmonioso e homogêneo”1 2 (p. 1), então está em xeque a própria noção de “língua” como uma entidade abstrata e estável cujas fronteiras podem ser delimitadas, bem como a possibilidade de se investigar questões de linguagem independentemente das práticas sociais que as fazem reais.[...]pt_BR
Aparece en las colecciones: DLV - Artigos publicados em revistas científicas

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