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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.authorPinheiro, Bruno Goes-
dc.contributor.authorCrisóstomo, Vicente Lima-
dc.date.accessioned2019-08-22T12:12:02Z-
dc.date.available2019-08-22T12:12:02Z-
dc.date.issued2016-
dc.identifier.citationPINHEIRO, Bruno Goes; CRISÓSTOMO, Vicente Lima. Determinantes da estrutura de capital da empresa latino-americana. Revista Encontros Universitários da UFC, Fortaleza, v.1, n. 1, 2016. (Encontro de Pesquisa e Pós-graduação, 9).pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/45011-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Cearápt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectEstrutura de Capitalpt_BR
dc.subjectDeterminantespt_BR
dc.subjectAmérica Latinapt_BR
dc.titleDeterminantes da estrutura de capital da empresa latino-americanapt_BR
dc.typeResumopt_BR
dc.description.abstract-ptbrA Teoria moderna da estrutura de capital tem como marco inicial as proposições que indicaram que, sob algumas condições de mercado perfeito, a estrutura de capital é irrelevante para o valor da empresa. Entretanto, sob o arcabouço de distintas proposições teóricas, Trade-off, Pecking order, Custos de agência e Market timing, vários fatores têm sido propostos como capazes de influenciar a estrutura de capital da empresa. O objetivo deste trabalho é analisar os determinantes da estrutura de capital das empresas da América Latina. A análise dos fatores que influenciam a forma de financiamento das empresas é apontada como pesquisa relevante, especialmente em mercados em desenvolvimento, considerando que as teorias a respeito da estrutura de capital têm sido elaboradas baseadas em economias desenvolvidas. Foram analisados os dados financeiros, no período 1986-2013, obtidos do sistema Economática das companhias abertas da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru. Foi realizada uma análise descritiva dos dados e estimados modelos econométricos, em que foi pesquisada a capacidade explicativa de distintos fatores considerados pelas teorias. Os resultados indicam um efeito positivo da tangibilidade e das oportunidades de crescimento para o financiamento da empresa, conforme previsto teoricamente. Em outra direção, a rentabilidade e o fluxo de caixa apresentaram um efeito negativo sobre o endividamento, sendo uma indicação de que a empresa latino-americana estaria utilizando lucro retido para financiar-se, o que está de acordo com a teoria Pecking order. O pagamento de dividendos também apresentou uma relação negativa. Adicionalmente, destaca-se a inversão do efeito do tamanho da empresa sobre o endividamento, que passa a ser negativo para o endividamento de curto prazo ao contrário do efeito positivo encontrado para o endividamento total e de longo prazo. Este resultado é uma indicação da inferior necessidade de grandes empresas recorrerem à dívida de curto prazo.pt_BR
Aparece en las colecciones: EPPG - Resumo de trabalhos apresentados em eventos

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