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http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/42973Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.author | Matos, Frederik Luizi Andrade de | - |
| dc.date.accessioned | 2019-06-24T13:19:03Z | - |
| dc.date.available | 2019-06-24T13:19:03Z | - |
| dc.date.issued | 2012 | - |
| dc.identifier.citation | MATOS, Frederik Luizi Andrade de. Religiosos em disputa: capuchos da Piedade e Jesuítas no estado do Maranhão (1693-1710). In: SEMINÁRIO INTERNACIONAL HISTÓRIA E HISTORIOGRAFIA, 3.; SEMINÁRIO DE PESQUISA DO DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA DA UFC, 10., 1-3 out. 2012, Fortaleza (Ce). Anais... Fortaleza (Ce): Expressão Gráfica; Wave Media, 2012. | pt_BR |
| dc.identifier.isbn | 978 85 4200 096 2 | - |
| dc.identifier.uri | http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/42973 | - |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.publisher | Expressão Gráfica; Wave Media | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Jesuitas e Capuchinos -Maranhão | pt_BR |
| dc.subject | Evangelização- indígenas | pt_BR |
| dc.subject | Cora Portuguesa | pt_BR |
| dc.title | Religiosos em disputa: capuchos da Piedade e Jesuítas no estado do Maranhão (1693-1710) | pt_BR |
| dc.type | Artigo de Evento | pt_BR |
| dc.description.abstract-ptbr | Durante a virada do século XVII para o XVIII, o Estado do Maranhão foi palco de uma tensão entre jesuítas e capuchos da Piedade, acerca da jurisdição de algumas aldeias fixadas ao longo do rio Xingu. Essa tensão, originada a partir de uma interpretação dúbia da divisão das aldeias efetuada em 1693, que fora determinada pelo rei, prolongou-se durantes alguns anos, envolvendo os governadores do Estado do Maranhão, os missionários de ambas as casas religiosas e os capitães-mores da Fortaleza do Gurupá. Essas disputas parecem à primeira vista um conflito entre missionários que intentam prosseguir no seu trabalho evangelizador com os indígenas, em um processo de estreita cooperação com as diretrizes ditadas pela Coroa portuguesa para a “conservação e aumento” do Estado do Maranhão. Porém, ao analisarmos as correspondências que versam sobre a tópica deste conflito, percebemos que não se trata apenas de zelo apostólico, mas sim de choques de interesses e busca por um acesso a caminhos que levassem a hinterlândia, abrindo possibilidades para a exploração de algumas das propagadas “drogas do sertão”, como o cravo e o cacau, e o livre acesso a mão-de-obra indígena, beneficiando religiosos e elementos que estivessem integrados às suas redes de poder. [...] | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | DHIS - Trabalhos apresentados em eventos | |
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| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
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