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Tipo: TCC
Título: Levantamento da presença de histamina em macroalgas marinhas do estado do Ceará
Autor(es): Mourão, José Olavo Bezerra
Orientador: Sampaio, Silvana Saker
Palavras-chave: Macroalga marinha;Engenharia de pesca
Data do documento: 2005
Citação: MOURÃO, José Olavo Bezerra. Levantamento da presença de histamina em macroalgas marinhas do estado do Ceará. 2005. 35 f. Monografia (Graduação em Engenharia de Pesca) - Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2005.
Resumo: No presente trabalho quinze espécies de macroalgas marinhas pertencentes às divisões Chlorophyta: Caulerpa cupressoides, C. prolifera, C. racemosa, Cladophora prolifera e Ulva fasciata; Rhodophyta: Botryocladia occidentalis, Bryothamnion seaforthii, Cryptonemia crenulata, Gracilaria ferox e Hypnea cervicornis; e Phaeophyta: Dictyota dichotoma, Dictyopteris delicatula, Lobophora variegata, Padina gymnospora e Sargassum cymosum foram analisadas quanto à presença de histamina. As algas foram coletadas na praia do Guajiru, Trairi-CE em julho de 2004 e no laboratório foram preparadas para estocagem a —20°C até o momento de seu uso, quando foram maceradas em nitrogênio líquido até a obtenção de um pó fino. Três porções de 1g foram pesadas e, em seguida, colocadas em tubos com 10mL HCI 0,1M, os quais permaneceram em banho-maria a 95°C por 15 min. Após centrifugação a 2.000 x g por 5 min, os sobrenadantes foram usados para a extração seletiva em éter dietílico, após alcalinização com solução de NaOH 5M saturada com NaCl e de volta para HCI 0,1M.,m A fase de HCI foi usada para as análises cromatográficas. A ocorrência de histamina foi determinada por cromatografia líquida de alta eficiência (HPLC), usando-se uma coluna Waters PhaseSep Spherisorb S5 ODS B (4,6 x 250mm) e fase móvel constituída de tampão fosfato 50mM - acetonitrila (94:6, v/v) contendo ácido pentassulfônico como par iônico, fluxo de 1mL.min -1 e detecção em 271nm. Alíquotas de 1004 da fase de HCI 0,1M foram injetadas manualmente e os cromatogramas registrados pelo Unicorn Software, versão 5.2. A identificação da histamina foi feita comparando-se o tempo de retenção do cloridrato de histamina padrão (Sigma), igual a 8,24 ± 0,05 min (n = 15), com aquele do composto presente nas algas e eluído em aproximadamente 8 minutos, assim como com base na co-cromatografia. A ocorrência de histamina foi verificada em apenas duas espécies de algas marinhas vermelhas das quinze estudadas neste trabalho. Botryocladia occidentalis e Cryptonemia crenulata que apresentaram um composto com tempo de retenção respectivamente, de 8,26 ± 0,03 min e 8,27 ± 0,03 min, os quais estão sendo considerados preliminarmente como histamina.
URI: http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/42641
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