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http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/42619
Registro completo de metadados
Campo DC | Valor | Idioma |
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dc.contributor.author | Batista, Juliana Basilio | - |
dc.date.accessioned | 2019-06-13T11:57:18Z | - |
dc.date.available | 2019-06-13T11:57:18Z | - |
dc.date.issued | 2013 | - |
dc.identifier.citation | BATISTA, Juliana Basilio. Cinema no cotidiano em Fortaleza na década de 1920. In: SIMPÓSIO NACIONAL DE HISTÓRIA, 27., 22-26 jun. 2013, Natal (RN). Anais... Natal (RN): ANPUH, 2013. Tema: Conhecimento histórico e diálogo social. | pt_BR |
dc.identifier.isbn | 978 85 98711 11 9 | - |
dc.identifier.uri | http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/42619 | - |
dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
dc.publisher | ANPUH | pt_BR |
dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
dc.subject | Espaços de sociabilidades | pt_BR |
dc.subject | Modernidade | pt_BR |
dc.subject | Cinema | pt_BR |
dc.subject | Cidade | pt_BR |
dc.title | Cinema no cotidiano em Fortaleza na década de 1920 | pt_BR |
dc.type | Artigo de Evento | pt_BR |
dc.description.abstract-ptbr | Entre o final do século XIX e o início do século XX, muitos fortalezenses buscavam praças, clubes, cafés, o Passeio Público e outros ambientes para conversas, discussões acerca do cotidiano e formas de lazer em geral. Esses espaços funcionavam como pontos de encontro de intelectuais, campo gravitacional onde se sentiam as forças de atração que os debates sobre os temas do cotidiano exerciam sobre os cidadãos. O cinema também acabou por se constituir num desses locais de divertimento e convívio. Mas, nem sempre o cinema foi visto apenas com essa função. Analisar o cinema como espaço de sociabilidade é importante para entender como e em que momento imbricou-se, em Fortaleza, essa ideia de novas formas de praticar os lugares, de experienciar os espaços. A presente pesquisa visa entender como o cinema relacionou-se com a construção de novos hábitos e costumes, apontando para uma perspectiva do cinema como um espaço de sociabilidade e símbolo de modernidade. Para tanto, o trato com periódicos, memorialistas e/ou cronistas que trazem as visões dos sujeitos do citado período se tornam fontes para o historiador, na medida em que levantamos questões a partir desses documentos, mas, obviamente, sem tomá-los como uma verdade pronta. O trabalho em questão encontra-se em seu momento inicial, portanto vamos lançar algumas conclusões provisórias. | pt_BR |
Aparece nas coleções: | DHIS - Trabalhos apresentados em eventos |
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Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
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