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dc.contributor.authorFreitas, Fabiana Ferraz Queiroga-
dc.contributor.authorSoares, Sônia Maria-
dc.date.accessioned2019-05-21T11:58:13Z-
dc.date.available2019-05-21T11:58:13Z-
dc.date.issued2019-
dc.identifier.citationFREITAS, Fabiana Ferraz Queiroga; SOARES, Sônia Maria. Índice de vulnerabilidade clínico-funcional e as dimensões da funcionalidade em idosos. Rev Rene, Fortaleza, v. 20, e39746, 2019.pt_BR
dc.identifier.issn2175-6783-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/41810-
dc.description.abstractObjective: to analyze the association between the Clinical-Functional Vulnerability Index-20 and the dimensions of the functionality of the elderly person. Methods: cross-sectional study with 307 participants. The Clinical- Functional Vulnerability Index-20, Mental State Mini-Exam, Abbreviated Geriatric Depression, Timed Up and Go, Hearing Test and Whisper were used. Data were analyzed using descriptive statistics and 5% significance. Results: prevalence of fragility was 16.6% and fragility at risk was 43.0%, with higher proportions for the cognitive deficit, the risk for depression, high risk of falls, visual and auditory dysfunction. There was a significant association between fragility and mental status, depression, functional mobility (p<0.001), Snellen Signal Test (right eye p=0.015, left eye p=0.025) and Whisper Test (right and left ear p˂0.001). Conclusion: the early detection of fragility and its association with the dimensions of functionality are essential to care interventions, guaranteeing the autonomy and independence of the elderly person.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherRev Renept_BR
dc.subjectEnvelhecimentopt_BR
dc.subjectIdoso Fragilizadopt_BR
dc.subjectAtenção Primária à Saúdept_BR
dc.titleÍndice de vulnerabilidade clínico-funcional e as dimensões da funcionalidade em idosospt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrObjetivo: analisar a associação entre o Índice de Vulnerabilidade Clínico-Funcional-20 e as dimensões da funcionalidade de idosos. Métodos: estudo transversal, com 307 idosos. Utilizou-se o Índice de Vulnerabilidade Clínico-Funcional-20, Mini Exame do Estado Mental, Depressão Geriátrica Abreviada, Timed Up and Go, Teste de audição e Sussurro. Os dados foram analisados com recurso à estatística descritiva e significância 5%. Resultados: a prevalência de fragilidade correspondeu a 16,6% e em risco de fragilização 43,0%, com maiores proporções para deficit cognitivo, risco para depressão, alto risco de quedas, disfunção visual e auditiva. Houve associação significativa entre fragilidade e estado mental, depressão, mobilidade funcional (p<0,001), Teste de Sinais de Snellen (olho direito p=0,015; esquerdo p=0,025) e Teste do Sussurro (ouvido direito e esquerdo p˂0,001). Conclusão: o rastreamento precoce da fragilidade e sua associação com as dimensões da funcionalidade são essenciais para propor intervenções de cuidado capazes de garantir autonomia e independência dos idosos.pt_BR
dc.title.enClinical-functional vulnerability index and the dimensions of functionality in the elderly personpt_BR
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