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dc.contributor.authorRocha, Ariza Maria-
dc.contributor.authorBezerra, José Arimatéa Barros-
dc.date.accessioned2019-05-14T13:34:57Z-
dc.date.available2019-05-14T13:34:57Z-
dc.date.issued2006-
dc.identifier.citationROCHA, Ariza Maria; BEZERRA, José Arimatéa Barros. A Portaria Ministerial de 26 de janeiro de 1940 e a educação física no curso secundário no debate do Periódico Escolar Terra da Luz. In: ENCONTRO NORTE E NORDESTE DE HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO, 1.; ENCONTRO CEARENSE DE HISTORIADORES DA EDUCAÇÃO, 5., 20-23 jun. 2006, Guaramiranga (Ce). Anais... Guaramiranga (Ce): Edições UFC, 2006. p. 14-25.pt_BR
dc.identifier.isbn85 7282 202 X-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/41631-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherEdições UFCpt_BR
dc.subjectPortaria Ministerial nº 26pt_BR
dc.subjectMercado capitalistapt_BR
dc.subjectEducação Brasileirapt_BR
dc.titleA Portaria Ministerial de 26 de janeiro de 1940 e a educação física no curso secundário no debate do Periódico Escolar Terra da Luzpt_BR
dc.typeArtigo de Eventopt_BR
dc.description.abstract-ptbrNo Estado Novo, também denominado Ditadura de Vargas, a educação brasileira foi organizada para atender as exigências da crescente urbanização, do mercado capitalista que exigia mão-de-obra qualificada, e, com a guerra, o Estado necessitava “acelerar a substituição de importações” (ROMANELLI, 1996, p. 155). Desse modo, na gestão do Ministro da Educação e Saúde Pública, Gustavo Capanema iniciou, em 1942, uma série de decretos –Leis Orgânicas do Ensino, ou chamadas de Reforma Capanema2. Fruto do conturbado Estado Novo, a Reforma caracterizou-se pelo seu aspecto autoritário, seletivo, patriótico e higiênico3, além da bifurcação do ensino secundário em clássico e científico com o objetivo de: “ a) proporcionar cultura geral e humanística; b) alimentar a ideologia política definida em termos de patriotismo e nacionalismo de caráter fascista; c) proporcionar condições para o ingresso no curso superior; d) possibilitar a formação de lideranças”.4 Nesse contexto, a disciplina educação física na escola foi nomeada para fortalecer os espíritos patrióticos, raciais e nacionalistas, conforme Portaria Ministerial n.14, de 26 de janeiro de 1940 (D. O. de 27-1-40, pág. 1 .646) que estabelecia obrigatoriedade no currículo exigindo a freqüência mínima de 3/4, caso contrário, o aluno não podia submeter-se aos exames finais das disciplinas. [...]pt_BR
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