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dc.contributor.authorFelício, Marco Castilho-
dc.date.accessioned2019-02-20T20:43:40Z-
dc.date.available2019-02-20T20:43:40Z-
dc.date.issued2018-
dc.identifier.citationFELÍCIO, Marco Castilho. O racismo em movimento: conexões possíveis entre Carolina Maria de Jesus e Flannery O’Connor. Revista Entrelaces, Fortaleza (CE), v. 1, n. 14, p. 175-188, out./dez. 2018.pt_BR
dc.identifier.issn1980-4571-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/39802-
dc.description.abstractThe Brazilian writer Carolina Maria de Jesus and the American writer Flannery O'Connor present in their works a deep analysis of the social composition and the formation of the urban space in their respective countries, always emphasizing in these processes the racial relations from displaced subjects. The book Diário de Bitita and the short story O Gerânio approach, from different social perspectives, sufferings and injustices provoked by racism. Carolina Maria de Jesus, black and poor, born in the small mining town of Sacramento, rebuilds her memories from childhood, when she was still the little Bitita, until she was 33 years old when she arrived in São Paulo. The whole narrative is in this period. Flannery O'Connor, white and raised within a well-structured family in Georgia in the southern United States, brings to her characters the mark of racism on the imaginary of white American subjects. Despite the differences between their origin countries, it is possible to identify connections between the views of these two contemporary women on themes such as social mobility and whiteness in literature, in addition to racism.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherRevista Entrelacespt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectCarolina Maria de Jesuspt_BR
dc.subjectFlannery O’Connorpt_BR
dc.subjectRelações raciaispt_BR
dc.subjectDeslocamentopt_BR
dc.titleO racismo em movimento: conexões possíveis entre Carolina Maria de Jesus e Flannery O’Connorpt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrA escritora brasileira Carolina Maria de Jesus e a norte-americana Flannery O´Connor apresentam em suas obras uma profunda análise da composição social e da formação do espaço urbano em seus respectivos países, ressaltando sempre nestes processos as relações raciais a partir de sujeitos deslocados. O livro Diário de Bitita (2014) e o conto O Gerânio (2010) abordam, a partir de perspectivas sociais distintas, os sofrimentos e injustiças provocados pelo racismo. Carolina Maria de Jesus, negra e pobre, nascida na pequena cidade mineira de Sacramento, reconstrói suas memórias desde a infância, quando ainda era a pequena Bitita, até seus 33 anos, quando chega a São Paulo. Toda a narrativa situa-se neste período. Já Flannery O´Connor, branca e criada dentro de uma bem estruturada família da Geórgia, no sul dos Estados Unidos, traz para suas personagens a marca do racismo no imaginário do sujeito branco norte-americano. Apesar das diferenças entre os países das autoras, é possível identificar conexões entre os olhares dessas duas mulheres contemporâneas sobre temas como mobilidade social e branquitude na literatura, para além do racismo.pt_BR
dc.title.enRacism im motion: possible connections between Carolina Maria de Jesus and Flannery O’Connorpt_BR
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