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dc.contributor.authorTrevisan, Gabriela Simonetti-
dc.date.accessioned2019-02-19T18:15:36Z-
dc.date.available2019-02-19T18:15:36Z-
dc.date.issued2018-
dc.identifier.citationTREVISAN, Gabriela Simonetti. Mulheres, família e loucura em O Funil do Diabo, de Júlia Lopes de Almeida. Revista Entrelaces, Fortaleza (CE), v. 1, n. 14, p. 78-89, out./dez. 2018.pt_BR
dc.identifier.issn1980-4571-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/39775-
dc.description.abstractThis article discusses the work O Funil do Diabo(2015), writted by Júlia Lopes de Almeida (1862-1934) between the years 1930and 1934. The story is about the disappearance of rolls of money from the safe deposit of Juliana's husband, who seeks to investigate what happened, distrusting people and her own sanity. In the plot, several characters emerge as the reserved stepfather of the protagonist, psychologist who hypnotizes the patients, André, the impulsive husband of Juliana who maintains a factory near the house and also the mother and the cousin of the protagonist, who help her to unveil the alleged crime, not without first becoming part of the intrigues. The atmosphere of mystery is also produced by the geography of the place where the story takes place: the cliff in the vicinity of the house, whose rock formation is called Funil do Diabo. In an investigative and permeated by tensions climate, the novel deals with family conflicts and madness, with the protagonism of women. From a feminist and historical analysis, especially thinking about the medical discourses of the time about madness, I try to analyze the criticisms engendered by the author with the plot and its outcome.-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherRevista Entrelacespt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectLiteraturapt_BR
dc.subjectFeminismopt_BR
dc.subjectLoucurapt_BR
dc.subjectFamíliapt_BR
dc.subjectJúlia Lopes de Almeidapt_BR
dc.titleMulheres, família e loucura em O Funil do Diabo, de Júlia Lopes de Almeidapt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrO presente artigo aborda a obra O Funil do Diabo (2015), da escritora carioca Júlia Lopes de Almeida (1862-1934), escrita entre os anos 1930 e 1934. A obra trata do sumiço de rolos de libras do cofre do marido de Juliana, que busca investigar o ocorrido, desconfiando das pessoas e de sua própria sanidade. Na trama, emergem personagens como o reservado padrasto da protagonista, psicólogo que hipnotiza os pacientes, André, o marido impulsivo de Juliana que mantém uma fábrica próxima à casa e também a mãe e a prima da protagonista, que a ajudam a desvendar o suposto crime, não sem antes se tornarem parte de intrigas. O clima de mistério é também produzido pela geografia do lugar onde se passa o enredo, isto é, pelo penhasco nos arredores da casa, cuja formação rochosa ganha o nome de Funil do Diabo. De cunho investigativo e permeado por tensões, o romance trata dos conflitos familiares e da loucura, com o protagonismo das mulheres. A partir de uma análise feminista e histórica, pensando em especial os discursos médicos da época sobre a loucura, busco analisar as críticas engendradas pela autora com a trama e seu desfecho.pt_BR
dc.title.enWomen, family and madness in O funil do diabo, by Júlia Lopes de Almeida-
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