Please use this identifier to cite or link to this item: http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/39617
Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.contributor.advisorSousa, Diógenes Lycarião Barreto de-
dc.contributor.authorFortes, Carmem Helena-
dc.date.accessioned2019-02-13T12:24:40Z-
dc.date.available2019-02-13T12:24:40Z-
dc.date.issued2018-
dc.identifier.citationFORTES, Carmem Helena. Liberdade de imprensa e democratização: uma análise comparativa do sistema midiático e político entre Angola e Cabo Verde. 2018. 85f.- TCC ( Monografia)- Universidade Federal do Ceará, Instituto de Cultura e Arte Departamento de Comunicação Social. 2018.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/39617-
dc.description.abstractAngola and Cape Verde shared the same colonization process. For many years they lived under the rule of Portugal until the process of decolonization and the longed for independence. Angola, after independence was divided between three parties: MPLA, FNLA and UNITA in the North, Center and South regions of the country; culminating in a civil war in 1979 until 2 February 2002, and a president in office for 32 years. Green Cape, on July 5, 1975, the PAIGC, a binational party, totally occupied power in Cape Verde until the 1980 coup in Bissau, which caused Cape Verde to crumble and Cape Verde for political opening. According to Reporters Without Borders, Cape Verde is the country with the greatest freedom of expression in the Portuguese Speaking African Countries (PALOP). Angola, is classified as one of the worst in the same community, and in the World Press Freedom Classification is almost one hundred separation positions with Cape Verde. From this context, we intend to identify the factors that eventually blocked the freedom of the press and the democratic process in Angola. The present research was developed through data collection for the theoretical - methodological construction. It was important to define four variables based on the authors Daniel Hallin and Paolo Mancini who based their understanding of the differences and factors that exist in relation to the freedom of the press in the two countries within the scope of the democratization process, exploring the evolution of communication policies . Therefore, during the analysis undertaken, the power dispute since independence by the three parties (MPLA, FNLA AND UNITA) was directly compromised with state security and as a consequence of this commitment, increased control of media and political systems of that country by the state government, oppressing the main media and private bodies as publics with the aim of maintaining control over the security of the oppressive state.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectLiberdade de imprensapt_BR
dc.subjectDemocratizaçãopt_BR
dc.subjectAngolapt_BR
dc.subjectCabo Verdept_BR
dc.titleLiberdade de imprensa e democratização: uma análise comparativa do sistema midiático e político entre Angola e Cabo Verdept_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.description.abstract-ptbrAngola e Cabo Verde compartilharam o mesmo processo de colonização. Durantes anos viveram sob o domínio de Portugal até ao processo de descolonização e a tão almejada independência. Angola, após a independência ficou dividida entre três partidos: MPLA, FNLA E UNITA nas regiões do Norte, Centro e Sul do país; o que culminou numa guerra civil em 1979 até 2 de Fevereiro de 2002, e um presidente no poder há 32 anos. Cabo verde por sua vez, em 5 de julho de 1975, o PAIGC, partido binacional, ocupou totalmente o poder em Cabo Verde, até o golpe de Estado de 1980, em Bissau, que fez com que essa união se desmoronasse e Cabo Verde seguisse para abertura política. Segundo Repórteres Sem Fronteiras, Cabo Verde é o país com maior liberdade de expressão na comunidade dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP). Angola, por sua vez, é classificado como um dos piores da mesma comunidade, e na Classificação Mundial da Liberdade de Imprensa está quase a cem posições de separação com Cabo Verde. Partindo desse contexto, pretendemos identificar os fatores que eventualmente bloqueiam ou bloquearam a liberdade de imprensa e o processo democrático em Angola. A presente pesquisa foi desenvolvida por meio de revisão bibliográfica e coleta de dados para a construção teórica – metodológica. Foram importantes a definição de quatro variáveis baseando nos autores Daniel Hallin e Paolo Mancini que fundamentaram para a compreensão das diferenças e fatores existentes no que tange à liberdade de imprensa, nos dois países no âmbito do processo de democratização, explorando a evolução das políticas de comunicação. Portanto, ao longo da análise empreendida, constatou-se uma disputa de poder desde a independência pelos três partidos angolanos supracitados (MPLA, FNLA E UNITA) que comprometeu diretamente a segurança do Estado e, como consequência, desse comprometimento, desenvolveu-se um maior controle nos sistemas mediáticos e políticos daquele país pelo governo, o qual passou a oprimir os principais órgãos de comunicação, tanto privado quanto públicos.pt_BR
Appears in Collections:JORNALISMO - Monografias

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
2018_tcc_chfortes.pdf693,11 kBAdobe PDFView/Open


Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.