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dc.contributor.authorSouza, Maria de Fátima Matos de-
dc.date.accessioned2019-01-18T14:52:34Z-
dc.date.available2019-01-18T14:52:34Z-
dc.date.issued2005-
dc.identifier.citationSOUZA, Maria de Fátima Matos de. Distorção idade/série e a avaliação educacional no Programa de Aceleração da Aprendizagem. In: CONGRESSO INTERNACIONAL EM AVALIAÇÃO EDUCACIONAL, 2., 17 a 19 nov. 2005, Fortaleza (CE). Anais... Fortaleza (CE): UFC/FACED/NAVE, 2005.pt_BR
dc.identifier.isbn85-7485-091-8-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/38895-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectAvaliação da aprendizagempt_BR
dc.subjectProcesso de Ensino-Aprendizagempt_BR
dc.subjectEscolapt_BR
dc.titleDistorção idade/série e a avaliação educacional no Programa de Aceleração da Aprendizagempt_BR
dc.typeArtigo de Eventopt_BR
dc.description.abstract-ptbrA escola formal é o lócus principal de formação do indivíduo e organiza-se tanto estruturalmente como pedagogicamente para dar conta de tal formação. Por ser a escola formada por diferentes atores, com interesses e realidades de vida antagônicas, faz com que se desencadeie em seu cotidiano uma “rede de relação de poder (ou micro-poderes na acepção de Foucault) que têm origem numa pluralidade de fontes (ou base de poder), entre as quais se inclui a avaliação” (AFONSO, 1999:34). A avaliação está presente na escola desde seu surgimento. Sendo ela uma das fontes de poder existentes na escola, isso contribui para que se estabeleça entre avaliador e avaliado uma relação de dominação, permitindo no seu encalço outros elementos como a evasão e a reprovação, fenômenos estes que tem acompanhado a educação desde seus primórdios e tem sido motivo de preocupação para educadores que buscam romper com o modelo tradicional de avaliação, que contribuiu para a hierarquização da escola. A avaliação é tradicionalmente associada, na escola, à criação de hierarquias de excelências. Os alunos são comparados e depois classificados em virtude de uma norma de excelência, definida no absoluto ou encarnada pelo professor e pelos melhores alunos. Na maioria das vezes, essas duas referências se misturam, com uma dominante: na elaboração das tabelas, enquanto alguns professores falam de exigências preestabelecidas, outros constroem sua tabela a posteriori, em função da distribuição dos resultados, sem todavia chegar a dar sistematicamente. [...]pt_BR
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