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dc.contributor.advisorAzevedo Filho, Mário Angelo Nunes de-
dc.contributor.authorBarbosa, Juliana Brito-
dc.date.accessioned2018-10-26T16:26:41Z-
dc.date.available2018-10-26T16:26:41Z-
dc.date.issued2018-
dc.identifier.citationBARBOSA, Juliana Brito. Método de avaliação do impacto do BRT na acessibilidade e equidade: estudo de caso em Fortaleza. 2018. 123 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Transportes)-Centro de Tecnologia, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2018.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/36758-
dc.description.abstractSocio-spatial segregation conditions urban development and consists of a phenomenon that originates in social inequalities. This produces a direct impact on the transport system, which also affects the organization of space, in an interaction process. The problem of the inequity of access to transport aggravates socio-spatial segregation and is a new challenge for Transport Planning. It’s growing, in the assessments, the incorporation of non-monetary and socioeconomic impacts, especially in urban contexts that present deep social disparities. Given this fact, this master’s thesis seeks to contribute to the discussions on equitable access to public transport and proposes a method for ex-post evaluation of the impacts of transport infrastructures on accessibility and equity. The aim is to contribute, in this regard, with the understanding of accessibility issues, complementing the existing methodologies. The application of the proposed method, in a case study in the city of Fortaleza, allows comparing scenarios before and after the implementation of a BRT corridor. It was possible to identify a positive impact on generalized accessibility, with a significant improvement for approximately 60% of the local population. However, there was no significant improvement in 63% of low-income areas, which reveals spaces with social-spatial exclusion. The results show that the implemented infrastructure did not reach the social function of transport, with little improvement in vertical equity. Therefore, the diagnosis is coherent with the current planning strategies, usually geared towards the market, with investments in mobility, for example, in central areas or to support the performance of mega sport events.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectTransportespt_BR
dc.subjectMobilidade urbanapt_BR
dc.subjectTransporte público - Infraestruturapt_BR
dc.subjectAnálise espacial (Estatística)pt_BR
dc.subjectEquitable accessibilitypt_BR
dc.subjectUrban mobilitypt_BR
dc.subjectPublic transportpt_BR
dc.subjectSocio-spatial segregationpt_BR
dc.subjectSpatial analysispt_BR
dc.titleMétodo de avaliação do impacto do BRT na acessibilidade e equidade: estudo de caso em Fortalezapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.description.abstract-ptbrA segregação socioespacial condiciona o desenvolvimento urbano e consiste em um fenômeno que tem origem nas desigualdades sociais. Esta produz um impacto direto no sistema de transporte, que também afeta a organização do espaço, em um processo de interação. A problemática da iniquidade do acesso ao transporte agrava a segregação socioespacial e se configura como um novo desafio para o Planejamento de Transportes. É crescente, nas análises, a incorporação dos impactos não monetários e socioeconômicos, principalmente em contextos urbanos que apresentam profundas disparidades sociais. Diante disto, o presente trabalho busca contribuir nas discussões sobre o acesso equitativo ao transporte coletivo e propõe um método para avaliação ex-post dos impactos de infraestruturas de transporte na acessibilidade e equidade. Busca-se contribuir, neste aspecto, com a compreensão da problemática da acessibilidade, complementando as metodologias existentes. A aplicação do método proposto, em um estudo de caso na cidade de Fortaleza, permite comparar os cenários anterior e posterior à implantação de um corredor de BRT. Foi possível identificar um impacto positivo na acessibilidade generalizada, com uma melhoria significativa para aproximadamente 60% da população local. Contudo, não se verificou uma melhoria expressiva em 63% das áreas de baixa renda, o que revela espaços de exclusão socioespacial. Os resultados demonstram que a infraestrutura implantada não alcançou a função social do transporte, com pequena melhoria na equidade vertical. Percebe-se, portanto, uma coerência do diagnóstico com as atuais estratégias de planejamento, normalmente voltadas ao mercado, com investimentos em mobilidade, por exemplo, concentrados em áreas centrais da cidade ou para dar suporte à realização de megaeventos esportivos.pt_BR
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