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dc.contributor.authorLOPES, Alessandra-
dc.date.accessioned2018-10-25T12:01:51Z-
dc.date.available2018-10-25T12:01:51Z-
dc.date.issued2018-
dc.identifier.citationLopes, A. (2018)pt_BR
dc.identifier.issn2358-4793 (online)-
dc.identifier.issn0101-8051 (impresso)-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/36719-
dc.descriptionLOPES, Alexandra. The Ghost of a chance? Thinking colours across languages and cultures. Revista de Letras, Fortaleza, v. 1, n. 37, p. 86-96, jan./jun.2018.pt_BR
dc.description.abstractIn 1810, Johann Wolfgang Goethe suggested in Zur Farbenlehre that colour is a phenomenon diffi cult to categorise, resulting as it does from physiology, physics and perception. The fact that colour seems to be experiential to a large extent posits an interesting (and challenging) problem to literary works focussing on it. In this article, I argue that this issue is translational in nature and takes shape at two levels: fi rst, at the level of its representation in literary works — how does one translate a visual experience into words? —, and secondly at the level of its re-representation in translated literary works — how does one translate what is essentially an already-translated visual experience? Whenever colour is semantically and morphologically constitutive of meaning in literature, untranslatability haunts the text. However, publishers and translators rarely shrink from the task of translating on this account. This stake against probability is well worth looking into, as it may uncover a wealth of creativity and a resistance to the understanding of art as solipsism. In this article, Paul Auster’s ‘Ghosts’, part of his New York Trilogy, will be read as a text suggesting a culture-bound hermeneutics of colour, and as such probably untranslatable. I discuss the possible paradox of this degree of untranslatability against the text’s actual ‘translatedness’ by examining the two existing translations into European Portuguese.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherRevista de Letraspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectColourspt_BR
dc.subject(Un)Translatabilitypt_BR
dc.subjectDiversidade linguísticapt_BR
dc.subjectCultura literáriapt_BR
dc.titleThe Ghost of a chance? Thinking colours across languages and culturespt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrEm 1810, Johann Wolfgang Goethe sugeria, em Zur Farbenlehre, que a cor é um fenômeno de difícil classificação por resultar da fisiologia, da física e da perceção. O facto de a cor parecer ser, em grande medida, experiencial coloca um problema interessante (e desafiador) quando estamos perante uma obra literária que se centra nela. Neste artigo, defendo que a questão é, por natureza, translacional e pode tomar forma a dois níveis: primeiro, ao nível da representação na obra literária – como se traduz uma experiência visual em palavras? – e, segundo, ao nível da sua re-representação em tradução – como se traduz o que é essencialmente uma experiência visual que por si só já é tradução? Sugiro que, sempre que a cor é constitutiva, semântica e/ou morfologicamente, do sentido em literatura, o texto é habitado por um grau da intraduzibilidade. O desafio que a cor coloca às leis da probabilidade translatória merece estudo, porquanto pode pôr a descoberto um manancial de criatividade e resistência ao entendimento solipsista de arte. Neste artigo, lerei ‘Ghosts’ de Paul Auster, narrativa que integra A Trilogia de Nova Iorque, como um texto que sugere uma hermenêutica da cor enraizada na cultura – ora, isto torna a narrativa parcialmente intraduzível a um nível fundamental. Assim, discutirei o paradoxo que esta intraduzibilidade fundamental constitui perante a tradução real da obra no contexto das duas traduções existentes em português europeu.pt_BR
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