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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorSalgado, José Ronaldo Aguiar-
dc.contributor.authorBezerra, Andréa-
dc.contributor.authorSimões, Antônio-
dc.contributor.authorLeite, Arizona-
dc.contributor.authorPinheiro, Danielle-
dc.contributor.authorSouto, Débora-
dc.contributor.authorSilveira, Delane-
dc.contributor.authorCarvalho, Erivaldo-
dc.contributor.authorAyslan, Herik-
dc.contributor.authorLyn, Janis-
dc.contributor.authorClayton, Jhon-
dc.contributor.authorValente, José-
dc.contributor.authorLara, Lívia-
dc.contributor.authorGregório, Roberta-
dc.date.accessioned2018-09-05T15:49:27Z-
dc.date.available2018-09-05T15:49:27Z-
dc.date.issued2001-
dc.identifier.citationBezerra, A.; Simões, A.; Leite, A.; Pinheiro, D.; Souto, D.; Silveira, D.; Carvalho, E.; Ayslan, H.; Lyn, J.; Clayton, J.; Valente, J.; Lara, L.; Gregório, R.; Salgado, J. R. A. (2001)pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/35496-
dc.descriptionSANTOS, Luís Sérgio. Ninguém é perfeitamente bom, ninguém é completamente mal. Revista Entrevista, Fortaleza, n. 14, p. 3-31, mar. 2001. Entrevista concedida a Andréa Bezerra, Antônio Simões, Arizona Leite, Danielle Pinheiro, Débora Souto, Delane Silveira, Erivaldo Carvalho, Herik Ayslan, Janis Lyn, Jhon Clayton, José Valente, Lívia Lara e Roberta Gregório.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherRevista Entrevistapt_BR
dc.subjectJornalistapt_BR
dc.subjectEmpresáriopt_BR
dc.subjectOmbudsmanpt_BR
dc.subjectPolíticapt_BR
dc.titleNinguém é perfeitamente bom, ninguém é completamente malpt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrPor duas vezes quase morreu afogado. Em 1960, aos três anos, viveu sua primeira experiência traumática. Deslizou num poço com água de chuva e por pouco não deixou este mundo. Sua vizinha o salvou. Em 1983, seu carro caiu numa lagoa. Como não sabia nadar, se agarrou em algo que parecia um arbusto para chegar à margem. No dia seguinte, foram recolher o carro. As pessoas não viram arbusto nenhum, nem tampouco algo em que ele pudesse ter se agarrado. Deus não quis levá-lo. Ele tinha muito o que fazer na Terra. [...]pt_BR
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