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Título: Sífilis em mulheres egressas do sistema prisional: prevalência e fatores associados
Título em inglês: Syphilis in women coming out of the prison system: prevalence and associated factors
Autor(es): Silva, Priscila Araújo Santos
Gomes, Letícia Alcoforado
Amorim-Gaudêncio, Carmen
Lima, Karina Pollyne Nascimento
Medeiros, Leidyanny Barbosa de
Nogueira, Jordana de Almeida
Palavras-chave: Prisões
Doenças Sexualmente Transmissíveis
Treponema pallidum
Data do documento: 2018
Editor: Rev Rene
Citação: SILVA, P. A. S. et al. Sífilis em mulheres egressas do sistema prisional: prevalência e fatores associados. Rev Rene, Fortaleza, v. 19, e3321, 2018.
Resumo: Objetivo: investigar a prevalência de sífilis e seus fatores associados em mulheres egressas do sistema prisional. Métodos: estudo transversal realizado com 56 mulheres cumprindo pena em regime aberto e semiaberto em Centro de Reeducação Feminina. Os dados foram coletados utilizando-se formulário contendo características sociodemográficas e práticas sexuais, bem como realizado teste rápido para sífilis. Procedeu-se análise descritiva, prevalência, teste qui-quadrado e teste exato de Fisher. Resultados: a sífilis foi prevalente em 16,1% da amostra. Constatou-se maior prevalência em mulheres com mais de 35 anos (21,7%), cor branca (33,3%), casadas/união estável (21,4%), nível de escolaridade elevado (27,3%), evangélicas (33,3%), sem vida sexual ativa (20,0%), com múltiplos parceiros (16,7%), que relatavam usar preservativos com parceiros fixos (33,3%) e eventuais (28,0%), e que usavam drogas ilícitas (20,0%). Conclusão: os achados apontam para importância da utilização de métodos de rastreio da infecção e evidenciam a necessidade de estratégias preventivas que considerem especificidades contextuais.
Abstract: Objective: to understand the existential experience of children undergoing chemotherapy on the importance of playing. Methods: qualitative research performed in the outpatient clinic of a teaching hospital with five children undergoing chemotherapy. Data were collected through the interviews and analyzed in the light of the Humanistic Nursing Theory. Results: the discourses revealed the children’s understanding of their illness and their treatment, evidencing the deprivations experienced by them and the situation of emotional imbalance. Playing, according to the children’s reports, elicited positive feelings and represented a way for time to pass faster. Conclusion: the chemotherapy treatment was considered ambiguous, being an unpleasant experience, but necessary for cure. The games in the outpatient chemotherapy service were a viable tool to deal with the discontent before the situation lived, provoking positive feelings such as happiness and satisfaction.
URI: http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/33663
Tipo: Artigo de Periódico
ISSN: 2175-6783 (On line)
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