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dc.contributor.authorLopes, Eloísa Maiane Barbosa-
dc.contributor.authorTemponi, Cristiane Namiuti-
dc.date.accessioned2018-06-22T17:50:00Z-
dc.date.available2018-06-22T17:50:00Z-
dc.date.issued2017-
dc.identifier.citationLopes, E. M. B.; Temponi, C. N. (2017)pt_BR
dc.identifier.issn2237-6321 (online)-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/33141-
dc.descriptionLOPES, Eloísa Maiane Barbosa; TEMPONI, Cristiane Namiuti. A ordem e a função do clítico SE no português clássico. Revista Entrepalavras, Fortaleza, v. 7, n. 2, p. 151-169, ago./dez. 2017.pt_BR
dc.description.abstractAmong the clitics, the SE is noteworthy for presenting a different behavior: while the other clitics are associated to the object function, SE can be associated to the subject or object. Based on Brito, Duarte and Matos (2003), we characterize three types of SE associated with the subject and object function: the passive SE, indefinite SE and SE as a reflexive pronoun. In this paper we describe the use of clitic SE in neutral main clauses, with the objective of observing the possible existence of a relationship between the position and the type/function of this clitic in texts by Portuguese authors born in the sixteenth, seventeenth and eighteenth centuries, from the Tycho Brahe Corpus. The use of SE associated with the subject function, passive SE and indefinte SE, neutral main clauses, seems to favor the enclitic placement in variation contexts, even in the sixteenth and seventeenth centuries, in which the frequency of proclisis is superior, because, in the distribution of the type of SE by placing, the frequency of enclisis for these two types of SE remain quite high in the contexts of enclisis/proclisis variation, the opposite happens with the SE as a reflexive pronoun that keeps high frequency of proclisis and marginal enclisis.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherRevista Entrepalavraspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectSE-Indeterminadopt_BR
dc.subjectSE-Passivopt_BR
dc.subjectSE-Reflexivopt_BR
dc.subjectSE as a passive pronounpt_BR
dc.titleA ordem e a função do clítico SE no português clássicopt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrO clítico SE se destaca dos demais clíticos por apresentar um comportamento diferente, pois, enquanto os outros clíticos estão associados à função sintática de objeto, o SE se associa às funções de sujeito ou objeto. Baseados em Brito, Duarte e Matos (2003), caracterizamos três tipos de SE associados às funções sujeito e objeto: SE-Passivo, SE-Indeterminado e SE-Reflexivo. Neste artigo, apresentamos uma descrição do uso do clítico SE nas construções finitas em orações principais neutras, com o objetivo de observar a possível existência de uma relação entre a posição e o tipo/ função desse clítico em textos de autores portugueses nascidos nos séculos XVI, XVII e XVIII, período que compreende a gramática do Português Clássico, extraídos do Corpus Tycho Brahe. O uso de SE associado à função sujeito, SE-Passivo e SE-Indeterminado, nas orações principais neutras, parece favorecer a colocação enclítica nos contextos de variação, mesmo nos séculos XVI e XVII, em que a frequência de próclise é superior, pois, na distribuição do tipo de SE pela colocação, a frequência de ênclise para esses dois tipos de SE mantém-se bastante elevada nos contextos de variação ênclise/próclise, o oposto acontece com o SE-Reflexivo que mantém elevada frequência de próclise e ênclise marginal.pt_BR
dc.title.enThe order and the function of the clitic SE in the classical portuguesept_BR
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