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dc.contributor.authorMonteiro, Leonardo Valente-
dc.date.accessioned2018-05-29T15:33:29Z-
dc.date.available2018-05-29T15:33:29Z-
dc.date.issued2018-
dc.identifier.citationMonteiro, L. V. (2018)pt_BR
dc.identifier.issn2318-4620 (online)-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/32395-
dc.descriptionMONTEIRO, Leonardo Valente. Os neogolpes e as interrupções de mandatos presidenciais na América Latina: os casos de Honduras, Paraguai e Brasil. Revista de Ciências Sociais, Fortaleza, v. 49, n. 1, p. 55-97, mar./jun. 2018.pt_BR
dc.description.abstractThe neo coups and the interruptions of presidential terms in Latin America: the cases of Honduras, Paraguay and Brazil This paper aims to characterize the depositions of the presidents of Brazil Dilma Rousseff, Paraguay Fernando Lugo, and Honduras Manuel Zelaya as neo coups, showing at the same time that this practice has become a new regional modus operandi, replacing the coups that were successfully for the last time in the 1960s and 1970s, with the goal of overthrowing progressive governments and restoring conservative political forces through non-electoral leadership to the Executive Powers of these countries. Not less important is the correlation between the neo coups in Latin America and the regional and international geopolitics, marked by an intense American reaction to the advance at the global level alternative poles of power, a strong policy of realignment of its direct area of influence, the American continent, and the reinvigoration of conservative Latin American political forces, traditionally closer to the United States than progressive onespt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherRevista de Ciências Sociaispt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectNeogolpespt_BR
dc.subjectAmérica Latinapt_BR
dc.subjectBrasilpt_BR
dc.subjectParaguaipt_BR
dc.subjectHonduraspt_BR
dc.titleOs neogolpes e as interrupções de mandatos presidenciais na América Latina: os casos de Honduras, Paraguai e Brasilpt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrEste artigo tem como objetivo caracterizar conceitualmente as deposições dos presidentes do Brasil Dilma Rousseff, do Paraguai Fernando Lugo, e de Honduras Manuel Zelaya, como neogolpes; mostrando, ao mesmo tempo, que tal prática tornou-se um novo modus operandi regional, em substituição aos golpes clássicos levados a cabo com êxito pela última vez nos anos 1960 e 1970, com o objetivo de derrubar governos progressistas e restaurar forças políticas conservadoras, por vias não eleitorais, no comando dos Poderes Executivos desses países. Tal objetivo decorre para o cumprimento de outro secundário, porém não menos importante, que é o de apontar a correlação entre os neogolpes na América Latina e a atual conjunta geopolítica regional e internacional, marcada por uma intensa reação norte-americana ao avanço em nível global de polos alternativos de poder, por uma política forte de realinhamento de sua área de influência direta (o continente americano) e pelo revigoramento de forças políticas latino-americanas conservadoras, tradicionalmente mais próximas aos Estados Unidos que as progressistas.pt_BR
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