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dc.contributor.authorBECHARA, Evanildo-
dc.date.accessioned2012-07-03T12:57:32Z-
dc.date.available2012-07-03T12:57:32Z-
dc.date.issued1979-
dc.identifier.citationBECHARA, E. (1979)pt_BR
dc.identifier.issn1018051-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/2950-
dc.descriptionBECHARA, Evanildo. José de Alencar e a chamada língua brasileira. Revista de Letras, Fortaleza, v.1, n. 3, 1979, p.38-54.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherRevistas de Letraspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectAlencar, José de, 1829-1877 - critica e interpretacaopt_BR
dc.subjectAnálise do discurso literáriopt_BR
dc.subjectAlencar, José de, 1829-1877 - critica e interpretacaopt_BR
dc.subjectLíngua e Literaturapt_BR
dc.titleJosé de Alencar e a chamada língua brasileirapt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrAlencar fo i um embevecido da sua terra e um crente contumaz no destino do Brasil. A fidelidade com que procurou transmitir essas crenças ao seu magistério de político e de escritor recompensou-lhe negativamente os esforços, porque, em ambas as missões, praticou a crítica honesta e construtiva e teve como troco os maus críticos, aqueles de que fala em Bênção Paterna , nos Sonhos D'Ouro: "Os críticos, deixa-me prevenir-te, são uma casta de gente, que tem a seu cargo desdizer de tudo neste mundo. O dogma da seita é a contrariedade. Como os antigos sofistas, e os reitores da Meia Idade, seus avoengos, deleitam-se em negar a verdade.pt_BR
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