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dc.contributor.authorSousa, Emny Nicole Batista de-
dc.date.accessioned2017-11-23T19:56:22Z-
dc.date.available2017-11-23T19:56:22Z-
dc.date.issued2016-
dc.identifier.citationSousa, E. N. B. (2016)pt_BR
dc.identifier.issn2358-4793 (online)-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/27926-
dc.descriptionSOUSA, Emny Nicole Batista de. Políticas linguísticas do ensino da escrita do português na formação do estado-nacional brasileiro. Revista de Letras, Fortaleza, v. 2, n. 35, p. 56-63, jul./dez. 2016.pt_BR
dc.description.abstractGiven that language is product of a social context and that the choices about languages are not random (SPOLSKY, 2012), this work aims to discuss language policies, which constitute management, practice, beliefs and ideologies, about the teaching of writing in Brazil in the nineteenth and twentieth centuries. A bibliographic survey was made regarding the teaching of writing in the mentioned period and an analysis based on the theory of Language Policy. We observed that among extralinguistic factors that guided the Portuguese language writing was the interest of the State in the making of a national State and of a citizen who represented it. As a consequence, the making of unified citizens, users of a homogeneous language in favor of a centralizing power. Other factors that were very important in the linguistic and methodological choices of teaching were linked to discourses outside the school environment, such as the medical discourse and the influence of the writing style of the English language. We concluded with an open reflection on the role of the centralizing plans that tend to erase local cultures and languages.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherRevista de Letraspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectPolítica linguísticapt_BR
dc.subjectEnsinopt_BR
dc.subjectEstado-nacionalpt_BR
dc.subjectLanguage policypt_BR
dc.titlePolíticas linguísticas do ensino da escrita do português na formação do estado-nacional brasileiropt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrTendo em vista que a língua é fruto de um contexto social e que as escolhas sobre as línguas não são aleatórias (SPOLSKY, 2012), o presente trabalho visa a discorrer sobre as políticas linguísticas, que se constituem em gestões, práticas e crenças e ideologias do ensino da escrita no Brasil nos séculos XIX e XX. Foram feitos um levantamento bibliográfico a respeito do ensino da escrita no período e uma análise a partir da teoria da Política Linguística. Observamos que, entre os fatores extralinguísticos que nortearam o ensino da escrita da língua portuguesa, estava o interesse do Estado na construção do Estado-nacional e do cidadão que o representasse, ou seja, de maneira consequente, estava o interesse na construção de cidadãos unificados, usuários de uma língua homogênea, em favor de uma política centralizadora. Outros fatores que foram assaz importantes nas escolhas linguísticas e metodológicas de ensino estavam ligados a discursos externos ao ambiente escolar, como o discurso médico e a influência do estilo de escrita da língua inglesa. Concluímos com uma reflexão em aberto a respeito do papel desses planejamentos centralizadores que tendem a apagar culturas e línguas locais.pt_BR
dc.title.enLanguage policies of portuguese writing education in the formation of the brazilian nation-statept_BR
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