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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorCavalcante, Andrea Pinheiro Paiva-
dc.contributor.authorOliveira, Isabela Monteiro de-
dc.date.accessioned2017-09-28T14:21:42Z-
dc.date.available2017-09-28T14:21:42Z-
dc.date.issued2010-
dc.identifier.citationOliveira, I. M.; Cavalcante, A. P. P. (2010)pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/26163-
dc.descriptionOLIVEIRA, Isabela Monteiro de. Comunicação para jovens na tevê: análise do Programa Jovial da TV Assembleia do Ceará. 2010. 66f. TCC (Graduação em Comunicação Social) - Universidade Federal do Ceará, Instituto de Cultura e Arte, Curso de Comunicação Social, Habilitação em Jornalismo, Fortaleza (CE), 2010.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectJuventudept_BR
dc.subjectTelevisãopt_BR
dc.subjectLinguagem televisualpt_BR
dc.titleComunicação para jovens na tevê: análise do Programa Jovial da TV Assembleia do Cearápt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.description.abstract-ptbrEste trabalho é o resultado de uma pesquisa qualitativa, realizada com jovens de uma escola pública da periferia de Fortaleza, sobre o programa da TV Assembleia, emissora do Poder Legislativo Estadual do Ceará, dedicado ao público jovem - o Jovial. A pesquisa buscou analisar, com suporte nas observações dos jovens acerca do programa exibido, seu formato, proposta e conteúdo. A análise teve fundamento nas ideias de João Rodolfo do Prado, Muniz Sodré, Décio Pignatari e Arlindo Machado, acerca de linguagem televisual; de Geni Amélia Nader Vasconcelos e Silvia Koch Martins, quando se reportam à relação do jovem com a televisão; e no conceito de recepção apresentado por Jesús Martín-Barbero. A análise do programa Jovial ainda foi fundamentada nos estudos que se desenvolveram desde a década de 1970 sobre a juventude, os quais se mostraram indispensáveis na compreensão de quem é o público-alvo do programa focalizado, pois se pôde observar que este não é uniforme nem segue um padrão, mas é marcado por profunda e complexa pluralidade. Quem trouxe a luz nessa questão foi, principalmente, Pierre Bordieu, quando fala de “juventudes” para expressar essa pluralidade. Autores como Paulo Sérgio do Carmo, Maria Rita Kehl, Marialice Mencarini Foracchi e Erik H. Erikson ampliaram a visão no que concerne a essa pluralidade juvenil, tratando de temas como crise da adolescência, a imagem adolescente na sociedade, consumo e juventude, geração net etc. Na pesquisa, focou-se a visão na pluralidade que os jovens entrevistados representavam enquanto se discutia o Jovial. Abordaram-se, na entrevista, o formato de programa de auditório, o cenário, o apresentador e os quadros; foram analisadas a profundidade do debate e a interatividade com os jovens, tendo-se evidenciado se o programa está em conformidade com a sua proposta e com o que os jovens esperam da programação da tevê.pt_BR
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