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http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/23734Registro completo de metadatos
| Campo DC | Valor | Lengua/Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.author | Schütz, Rosalvo | - |
| dc.date.accessioned | 2017-06-29T23:23:36Z | - |
| dc.date.available | 2017-06-29T23:23:36Z | - |
| dc.date.issued | 2012 | - |
| dc.identifier.citation | SCHÜTZ, Rosalvo. O deslocamento do lugar social da negação em Herbert Marcuse. Argumentos Revista de Filosofia, Fortaleza, ano 4, n. 8, p. 188-198, jul./dez. 2012. | pt_BR |
| dc.identifier.issn | 1984-4255 (online) | - |
| dc.identifier.issn | 1984-4247 (impresso) | - |
| dc.identifier.uri | http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/23734 | - |
| dc.description.abstract | Marcuse´s thoughts are profoundlymarked by the dialectic tradition. The concept of negation, however, acquires specific meanings in its theory. Hegel´s merit was to find negation as a motor and creative principle, with Marx it is understood as a social transformation process. Thus, the proletariat, as a universal suffering class, gets negative centralization in Marx theory. Marcuse, in turn, innovates by broadening the social place of negation. Marcuses claims that the totality can be denied even out of the system, suggesting that it is not a matter of substituting one totality for another, but instigating a new reality principle. | pt_BR |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.publisher | Argumentos - Revista de Filosofia | pt_BR |
| dc.subject | Negação | pt_BR |
| dc.subject | Princípio de realidade | pt_BR |
| dc.subject | Emancipação instintiva | pt_BR |
| dc.title | O deslocamento do lugar social da negação em Herbert Marcuse | pt_BR |
| dc.type | Artigo de Periódico | pt_BR |
| dc.description.abstract-ptbr | O pensamento de Marcuse é profundamente marcado pela tradição dialética. O conceito de negação, no entanto, adquire significados específicos em sua teoria. Se o mérito de Hegel é o de ter descoberto a negação enquanto princípiomotor e criador da história, já em Marx ela passa a ser entendida enquanto processo social de transformação. Por isso, o proletariado, enquanto portador dos sofrimentos universais, adquire centralidade negativa na teoria de Marx. Marcuse, por sua vez, inova ao ampliar o lugar social da negação. Ao afirmar que a totalidade pode ser negada desde fora do sistema, sugere que não se trata de substituir uma totalidade por outra,mas de instigar um novo princípio de realidade. | pt_BR |
| Aparece en las colecciones: | PPGFILO - Artigos publicados em revistas científicas | |
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| Fichero | Descripción | Tamaño | Formato | |
|---|---|---|---|---|
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