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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.authorPrestes, Graziela Jacques-
dc.date.accessioned2017-06-26T10:36:22Z-
dc.date.available2017-06-26T10:36:22Z-
dc.date.issued2012-
dc.identifier.citationPrestes, G. J. (2012)pt_BR
dc.identifier.issn2237-6321 (online)-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/23564-
dc.descriptionPRESTES, Graziela Jacques. O Pretérito Imperfeito do Subjuntivo: da pesquisa para a sala de aula, uma aproximação. Revista Entrepalavras, Fortaleza, ano 2, v. 2, n. 1, p. 62-86, jan./jul. 2012.pt_BR
dc.description.abstractThe aim of this paper is to present a rereading of the discussion on temporality and modality of the Past Imperfect Subjunctive (PIS) form. The temporality analysis is based on the Relative Time Theory, and on the modality theory, in a three-way distinction between factuality, counterfactuality, and eventuality (Neves and Souza, 1999). In an empirical written language corpus study, Prestes (2003) has found a pattern in the use of PIS, as follow: Factual PIS tend to occur along with events which express past tense (A novidade fez com que ganhasse corpo a ideia de…), counterfactual ones are used with present events (Não estivéssemos numa crise de liquidez...), and eventual or hypothetical ones appear with future events (Talvez os índios achassem até graça...). Drawn on these results, we present and discuss activities and tasks developed and used in Portuguese as a foreign language classes.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherRevista Entrepalavraspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectPretérito Imperfeito do Subjuntivopt_BR
dc.subjectTemporalidadept_BR
dc.subjectModalidadept_BR
dc.subjectSubjunctive Imperfect Preteritpt_BR
dc.titleO Pretérito Imperfeito do Subjuntivo: da pesquisa para a sala de aula, uma aproximaçãopt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrO presente trabalho objetiva apresentar uma releitura da discussão sobre a temporalidade e a modalidade do Pretérito Imperfeito do Subjuntivo (PIS). A análise da temporalidade é baseada na Teoria do Tempo Relativo, e a da modalidade, na distinção tríade entre factualidade, contrafactualidade e eventualidade (NEVES;SOUZA, 1999). Em estudo empírico de um corpus de língua escrita, Prestes (2003) encontrou um padrão no emprego do PIS, qual seja: PIS factuais tendem a ocorrer com eventos que expressam tempo passado (A novidade fez com que ganhasse corpo a ideia de...), contrafactuais, com eventos presentes (Não estivéssemos numa crise de liquidez...) e eventuais ou hipotéticos, com eventos futuros (Talvez os índios achassem até graça...). Valendo-se desses resultados, apresentamos e discutimos atividades e tarefas elaboradas e aplicadas em sala de aula de português como língua estrangeira.pt_BR
Aparece en las colecciones: DLV - Artigos publicados em revistas científicas

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