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http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/23560Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.author | Martini, Lirian Daniela | - |
| dc.date.accessioned | 2017-06-26T10:32:59Z | - |
| dc.date.available | 2017-06-26T10:32:59Z | - |
| dc.date.issued | 2012 | - |
| dc.identifier.citation | Martini, L. D. (2012) | pt_BR |
| dc.identifier.issn | 2237-6321 (online) | - |
| dc.identifier.uri | http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/23560 | - |
| dc.description | MARTINI, Lirian Daniela. Hipocorísticos sensíveis ao acento primário da forma de base. Revista Entrepalavras, Fortaleza, ano 2, v. 2, n. 1, p. 9-24, jan./jul. 2012. | pt_BR |
| dc.description.abstract | In this work, it is made an analysis of the Brazilian Portuguese hypocoristics, specifically of those gathered in the city of Belo Horizonte-MG, considering the Optimality Theory (McCarthy e Prince, 1993) and the Correspondence Theory (McCarthy e Prince, 1995) perspectives. One understands as hypocoristics the process used in the familiar language to transmit affection (see Borba, 1971: 82), including some diminutives (filhinho, benzinho, titia, teteia, dodói, etc...). It is perceived that such concepts are very wide, thus, it is necessary to delimitate them. In a strict sense, the hypocoristic designates a change of first names and last names, but this change keeps the identity with the original form. This article arguments that the hypocoristics have a non concatenative morphology, once they access prosodic information and are submitted to language phonological demands in order to be reduced to a defined size. According to Gonçalves (2005) and Piñeros (2000), it can be said that the hypocoristic comprehension occurs in a multidimensional space, in which morphological primitives interact with prosodic primitives. | pt_BR |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.publisher | Revista Entrepalavras | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Hipocorísticos | pt_BR |
| dc.subject | Teoria da Otimalidade | pt_BR |
| dc.subject | Morfologia prosódica | pt_BR |
| dc.subject | Hypocoristics | pt_BR |
| dc.title | Hipocorísticos sensíveis ao acento primário da forma de base | pt_BR |
| dc.type | Artigo de Periódico | pt_BR |
| dc.description.abstract-ptbr | Neste trabalho é feita uma análise dos hipocorísticos do português brasileiro, especificamente dos hipocorísticos coletados na cidade de Belo Horizonte-MG, sob a perspectiva da Teoria da Otimalidade (McCarthy e Prince, 1993) e Teoria da Correspondência (McCarthy e Prince, 1995). Entende-se por Hipocorístico o processo usado na linguagem familiar para transmitir carinho (cf. Borba, 1971: 82) ou qualquer palavra criada por afetividade (cf. Câmara Jr., 1968:193), incluindo-se aí certos diminutivos (filhinho, benzinho, titia, tetéia, dodói, etc...). Vê-se logo que tais conceitos são bastante amplos, tornando-se, pois, necessária uma delimitação mais rígida. Em sentido restrito, o Hipocorístico designa uma alteração do prenome ou sobrenome, mas essa alteração mantém a identidade com a forma original. Este artigo argumenta, conforme proposta de Gonçalves (2005), que Hipocorísticos compreendem morfologia não-concatenativa porque acessam informações prosódicas e estão submetidos às exigências fonológicas da língua para serem reduzidos a um tamanho definido. Seguindo Gonçalves (2005) e Piñeros (2000), pode-se dizer que a compreensão dos Hipocorísticos dá-se em um espaço multidimensional, no qual primitivos morfológicos interagem com primitivos prosódicos. | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | DLV - Artigos publicados em revistas científicas | |
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| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
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